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OPERAÇÃO DARKTRACE

Até imagens de bebês são encontradas em casa de homem preso por armazenar arquivos de fotos e vídeos de abusos sexuais

Investigação começou em Canoas. Ação desta quinta-feira (11) levou à cadeia um suspeito de 45 anos

Publicado em: 11/12/2025 às 10h:55 Última atualização: 11/12/2025 às 10h:55
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Uma pista que surgiu em Canoas levou a Polícia Civil até um apartamento em Porto Alegre na manhã desta quinta-feira (11). Na residência, um homem foi preso em flagrante por armazenar arquivos com fotografias e vídeos de abusos sexuais contra crianças e adolescentes.

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Apuração é conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas | abc+



Apuração é conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas

Foto: Reprodução

A ação foi executada por agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas em parceria com técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP) em um apartamento no bairro Menino Deus.

Segundo o delegado Maurício Barison, que responde pela especializada, a investigação durou aproximadamente quatro meses e indicou que o homem de 45 anos baixava arquivos da internet e armazenava em dispositivos.

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O material ilícito era guardado em notebooks, HDs externos e celulares com a finalidade de dificultar a localização e garantir a visualização a qualquer momento do conteúdo.

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Conforme o delegado, durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os peritos do IGP procuraram e acharam um extenso número de arquivos contendo abusos sexuais armazenados nos computadores do suspeito.

“Os abusos sexuais vistos hoje são brutais, envolvendo práticas sexuais com bebês em intenso sofrimento e coprofilia sexual com crianças”, lamenta o delegado. “É inimaginável o sofrimento pelo qual essas vítimas passam.”

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Tortura

A ação desta quinta-feira faz parte da batizada Operação Darktrace (rastro sombrio, na tradução do inglês), ofensiva permanente mantida pela Polícia Civil na caça a pedófilos em potencial.

Ao mencionar as imagens captadas no computador do suspeito, o delegado Maurício Barison volta a ressaltar que elas fazem parte de um contexto maior que o apartamento na área central da capital.

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“Esse tipo de conduta não pode ser tolerado, porque alimenta uma enorme rede mundial de pedofilia. Essas crianças foram sequestradas em alguma parte do mundo para serem torturadas diante de uma câmera”, reforça.

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