A Polícia Civil prendeu um homem de 37 anos e uma mulher 39 pelo crime de estupro de vulnerável de uma criança de 7 anos. A prisão aconteceu no final da tarde de quinta-feira (30).
Segundo o delegado Maurício Barison, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), os presos são a mãe e padrasto da vítima.

Foto: POLÍCIA CIVIL/REPRODUÇÃO
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Os crimes, aponta Barison, ocorreram de 2011 até 2016, ou seja, na residência da família, no bairro Vila Nova, em Porto Alegre.
As investigações começaram em 2018, quando a vítima passou a residir com seu pai biológico e revelou os abusos sexuais que sofria, dos 7 até os 12 anos. Foi o pai quem procurou a Polícia Civil e registou ocorrência policial.
Durante o inquérito policial, a Polícia apurou que, durante os anos em que a menina vivia na residência de sua mãe e de seu padrasto, era constantemente abusada sexualmente pelo homem.
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Apesar de a mãe presenciar os abusos e da filha lhe pedir para que fizesse com que o padrasto parasse com os crimes, a mãe nada fazia.
A mulher, apontou a apuração, acabava consentindo com as agressões sexuais praticadas contra sua própria filha, no interior de sua residência.
Por conta dos crimes, o casal foi indiciado pela Polícia Civil pela prática de estupro de vulnerável. Ambos foram processados e condenados a penas de 22 anos e 6 meses de reclusão.
Após a condenação, os dois passaram a fugir da ação da Polícia, mudando-se de residência e dificultando o cumprimento dos mandados de prisão.
Após várias diligências nas cidades de Sapiranga, Tapes e Camaquã, acabaram presos na cidade de Canoas, onde estavam escondidos há meses.