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PORTO ALEGRE

CASO DA MALA: Publicitário é indiciado por esquartejamento, mas resta um mistério a desvendar

Ricardo Jardim está preso desde o início de setembro, após bagagem chamar atenção de funcionários na rodoviária da capital

Nadine Funck
Publicado em: 31/10/2025 às 10h:17 Última atualização: 31/10/2025 às 10h:18
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Principal suspeito de matar, esquartejar e esconder o corpo de Brasília Costa, de 65 anos, em diversos pontos de Porto Alegre, o publicitário Ricardo Jardim, 66, foi indiciado pela Polícia Civil por sete crimes, entre eles feminicídio, ocultação de cadáver e falsificação de documentos. A pena máxima pode chegar a quase 99 anos de prisão.

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Homem foi flagrado no momento em que deixou mala com parte de um tórax feminino na Rodoviária de Porto Alegre | abc+



Homem foi flagrado no momento em que deixou mala com parte de um tórax feminino na Rodoviária de Porto Alegre

Foto: Divulgação/Polícia Civil

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O crime foi descoberto quando funcionários da rodoviária de Porto Alegre, incomodados com o mau cheiro de uma mala, deixada no dia 20 de agosto, decidiram abrir a bagagem no dia 1º de setembro. 

A parte do tórax de Bia escancarou uma brutalidade, já que partes da vítima já tinha sido achadas em uma sacola no bairro Santo Antônio. Uma análise de DNA confirmou a identificação e não demorou muito para que o publicitário fosse preso, identificado por câmeras de monitoramento do entorno da rodoviária.

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Foragido após ser condenado pelo assassinato da mãe, Vilma Jardim, 76, – morta e concretada na parede de um apartamento no bairro Mont’Serrat em 2015 –, ele foi localizado no dia 4 de setembro, onde segue até então. 

No fim de semana após a prisão, a Polícia encontrou partes das pernas de Bia em diferentes pontos da orla do Guaíba.

Na sequência, começaram as buscas pelo crânio. Equipes se deslocaram a um aterro sanitário de Minas do Leão, já que, segundo o suspeito, a cabeça foi colocada em uma lixeira na Usina do Gasômetro.  No entanto, a cabeça ainda não foi localizada.

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Os indiciamentos contra Ricardo Jardim

  • feminicídio;
  • ocultação de cadáver;
  • falsificação de documento público;
  • uso de documento falso;
  • falsa identidade;
  • invasão de dispositivo informático;
  • furto mediante fraude.
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