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Caso de menina de 9 anos encontrada morta em contêiner de lixo avança na Justiça; saiba o que acontece agora

Pai e mãe de Kerollyn Souza Ferreira são réus pela morte dela, que aconteceu em agosto de 2024 em Guaíba

Caso de menina de 9 anos encontrada morta em contêiner de lixo avança na Justiça; saiba o que acontece agora
Publicado em: 01/10/2025 às 16h:41 Última atualização: 01/10/2025 às 16h:46
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A Justiça encerrou, após uma nova audiência no Foro de Guaíba nessa terça-feira (30), a fase de oitivas e interrogatórios do processo que investiga a morte da menina Kerollyn Souza Ferreira, de 9 anos. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), a etapa contou com o depoimento de 40 testemunhas e o interrogatório dos dois réus — a mãe e o pai da vítima.

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Kerollyn Souza Ferreira, de 9 anos | abc+



Kerollyn Souza Ferreira, de 9 anos

Foto: Reprodução

A mulher é acusada de homicídio doloso por omissão e por maus-tratos contra os outros quatro filhos. Já o homem responde por abandono material em relação à menina.

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O TJRS ressalta que, a partir de agora, as próximas etapas do processo incluem a análise do pedido de diligências, feito pelas partes, o encerramento da instrução processual e a apresentação de memoriais (alegações finais para resumir os argumentos e provas da acusação e da defesa).

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Depois, será proferida a decisão de pronúncia, que determinará se os réus serão submetidos ao julgamento do Tribunal do Júri.

O caso segue tramitando sob segredo de justiça.

O caso

Kerollyn foi encontrada morta na manhã do dia 9 de agosto de 2024, dentro de um contêiner de lixo, próximo a uma escola em Guaíba.

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A investigação policial apontou que a mãe da criança admitiu que, no dia da morte, havia administrado medicamento controlado (meio comprimido de clonazepam de 2 mg) para a filha. O remédio foi usado sem orientação médica.

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A acusação diz que a mulher afirmou que, na data, acordou e percebeu que a menina não estava em casa, mas voltou a dormir. Ela ainda teria mencionando que a porta da casa estava quebrada e não poderia ser trancada com chave.

A denúncia do Ministério Público foi aceita pela Justiça em setembro de 2024, tornando ambos réus no processo criminal.

Em dezembro, a 1ª Câmara Especial Criminal do TJRS, por unanimidade, deu provimento ao recurso do MP e decretou a prisão preventiva da mãe. Ela segue presa. O homem está solto.

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