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Caso Luciani

"Dor imensurável": Corpo esquartejado encontrado em saco plástico é de gaúcha desaparecida em SC, confirma Polícia

Cadáver localizado na quarta-feira acabou sendo identificado como da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas

Publicado em: 13/03/2026 às 12h:00 Última atualização: 13/03/2026 às 13h:54
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A Polícia Civil confirmou, na manhã desta sexta-feira (13), o assassinato da gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas. A corretora de imóveis de 47 anos teve o corpo encontrado esquartejado em Major Gercino, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

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Luciani Aparecida Estivalet Freitas acabou encontrada morta em Santa Catarina | abc+



Luciani Aparecida Estivalet Freitas acabou encontrada morta em Santa Catarina

Foto: REPRODUÇÃO

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O reconhecimento saiu após a identificação feita por parentes da vítima, desaparecida desde o dia 4 de março, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis.

Conforme a Polícia Científica de Santa Catarina, os restos mortais da vítima foram achados na quarta-feira (11) em um enorme saco plástico visto debaixo da ponte que liga centro e bairros de Major Gercino.

Natural de Alegrete, Luciani viveu durante muitos anos em Canoas. Desde 2023, no entanto, passou a negociar imóveis no litoral catarinense, alternando o trabalho no estado vizinho e visitas ao Rio Grande do Sul.

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A primeira a se manifestar sobre a morte foi a irmã de Luciani, Mônica Estivalet, que confirmou, por meio das redes sociais, nesta sexta-feira, o óbito: “Enfim confirmado que o corpo encontrado é da minha irmã”, escreveu. “Só pedimos um pouco de paciência com a família. Dor ‘tá’ imensurável.”

Corpo esquartejado encontrado em saco plástico é de gaúcha desaparecida em SC, confirma Polícia

Investigação

Na quinta-feira (12), foi presa temporariamente uma mulher de 46 anos, por suspeita de participação no desaparecimento da corretora de imóveis de 47 anos.

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Segundo as autoridades, a prisão inicialmente aconteceu porque objetos que pertenciam a Luciane acabaram sendo encontrados na pousada onde a suspeita se apresentou como “responsável”.

A prisão inicial se deu pelo crime de receptação devido a duas malas da vítima encontradas sem explicação aparente no quarto da “responsável”, porém acabou convertida em prisão temporária por suspeita de homicídio.

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Os policiais catarinenses agora seguem o rastro de uma série de compras registradas em Florianópolis com o CPF de Luciani após o desaparecimento da corretora de imóveis.

Surpreendeu os policiais que, entre os itens comprados, havia dois arcos-balestras – espécie de arma usada para arremesso de flechas –, uma televisão e um videogame.

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