Era segunda-feira, 2 de setembro 2024, quando a jovem Samanta Goulart Ludwig, saiu da aula na Universidade Feevale e teve a vida virada de cabeça para baixo. Ela foi rendida por dois homens armados ao ingressar na RS-239, nas imediações da Estrada Germano Friedrich, em frente a uma casa noturna.

Foto: Arquivo Pessoal
A jovem acabou baleada pelos assaltantes, que levaram a moto dela. Precisou passar por cirurgia e fisioterapia, mas se recuperou. “Se a vida fosse um livro, este capítulo seria escrito com lágrimas, sorriso no rosto, superações e muitos passos de recomeço”, publicou no último dia 20 de janeiro, quando se formou no curso de Direito da Feevale.
Desde o assalto, se passaram quatro meses, onde a palavra superação foi chave para a jovem voltar às aulas, deixar o trauma de lado e passar pelo local do crime.
“Mas, como diz uma frase que li esses dias: ‘Você não pode mudar o que aconteceu, mas pode escolher quem se torna a partir disso.’ Fez total sentido para mim, pois a cada experiência, por mais difícil que fosse, me moldou, me fortaleceu e me fez mais inteira”, escreveu Samanta.

Foto: Arquivo Pessoal
No início do mês, Samanta atuou como assistente de acusação na companhia do padrinho, o advogado Edegar Argolo. Samanta e o dindo estarão ao lado do Ministério Público para tentar convencer o juiz a condenar os réus pela tentativa de latrocínio.
Os suspeitos estão presos desde setembro, quando foram encontrados em Campo Bol, também no Vale do Sinos.
LEIA TAMBÉM