Canoas ainda se recuperava da crise causada pela pandemia quando a Polícia Civil lançou a batizada Operação Extorsor, em 2023. Na época, uma apuração conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Canoas identificou um grupo de criminosos que extorquia moradores do bairro Mathias Velho.

Foto: ARQUIVO/GES
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De lá para cá, quase 40 pessoas acabaram identificadas e presas por integrarem o grupo, que age com violência e ameaças graves para arrancar dinheiro das vítimas. Na manhã desta quarta-feira (3), dois novos alvos da ação acabaram presos durante ação que faz parte da sexta etapa da ofensiva.
Um dos homens, inclusive, além da prática de agiotagem, era procurado pela Justiça por roubos cometidos a estabelecimentos comerciais.
A Operação Extorsor começou a partir de seis denúncias que chegaram ao conhecimento da Polícia Civil durante os meses logo após o fim da pandemia.
Por trás dos crimes, estão integrantes de uma facção criminosa responsável pelo tráfico de drogas e entorpecentes. “Trata-se de uma operação permanente criada para combater células criminosas que atormentam a vida das pessoas”, explica o delegado Cristiano Reschke. “Cobram dívidas inexistentes e exorbitantes diante de grave ameaça.”