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VIOLÊNCIA

Perfis falsos, armas e emboscadas: Seis pessoas são presas por ataques a motoristas de aplicativo em Porto Alegre

Segundo a investigação, grupo é apontado como responsável por pelo menos oito roubos registrados entre setembro e outubro deste ano

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Publicado em: 31/10/2025 às 13h:38 Última atualização: 31/10/2025 às 13h:39
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Seis pessoas foram presas nesta sexta-feira (31) suspeitas de roubar motoristas de aplicativo em Porto Alegre. Durante a operação da Polícia Civil contra a quadrilha, foram cumpridos 19 mandados de prisão e de busca e apreensão, principalmente no bairro Lomba do Pinheiro, na zona leste da capital.

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Operação ocorreu na manhã desta sexta-feira (31) | abc+



Operação ocorreu na manhã desta sexta-feira (31)

Foto: Polícia Civil

Além das prisões, celulares e outros objetos foram apreendidos e serão analisados para tentar identificar novos envolvidos.

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Segundo a investigação da Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículos (DRV/DEIC), o grupo é apontado como responsável por pelo menos oito roubos registrados entre setembro e outubro deste ano.

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Como agiam os criminosos

Conforme a delegada Jeiselaure de Souza, o bando usava perfis falsos em aplicativos de transporte para atrair as vítimas. Durante as corridas, outros comparsas embarcavam e, em locais isolados, anunciavam o assalto com o uso de armas de fogo.

Os motoristas eram rendidos, agredidos e tinham carros, celulares, documentos e cartões roubados. Parte dos valores subtraídos era convertida em dinheiro por meio de um comércio ligado à quadrilha, onde os cartões eram usados em compras fraudulentas.

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Conforme a investigação, os veículos eram abandonados próximos às casas dos suspeitos, o que dificultava o rastreamento policial. Em 17 dias, foram registrados oito ataques. As vítimas relataram ameaças de morte, coronhadas e chutes, e há casos em que os criminosos tentaram disparar armas que falharam. Alguns motoristas precisaram de atendimento médico.

Entre os suspeitos, há seis adultos e dois adolescentes identificados como integrantes do grupo. A Polícia Civil afirma que as apurações seguem para apurar o envolvimento de outros criminosos e o destino dos valores obtidos com os roubos.

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