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Viatura e arma roubadas: Criminoso é preso após render e assaltar policial em Canoas

Prisão aconteceu horas após o crime cometido na madrugada desta quinta-feira (15) no bairro Marechal Rondon

Publicado em: 15/01/2026 às 15h:59 Última atualização: 15/01/2026 às 20h:05
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Era madrugada desta quinta-feira (15) quando uma policial civil saía para trabalhar. Acabou abordada por três criminosos. Não se identificou como polícia. Rendida, entregou a chave do carro e a bolsa, sem reagir.

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Os delegados Gustavo Bermudes e Ericson Mota esclareceram ação, durante coletiva, na tarde desta quinta-feira (15) | abc+



Os delegados Gustavo Bermudes e Ericson Mota esclareceram ação, durante coletiva, na tarde desta quinta-feira (15)

Foto: Paulo Pires/GES

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Não demorou muito para os assaltantes perceberem que era uma viatura discreta da Polícia Civil. O veículo acabou abandonado, minutos depois, próximo a sede do Corpo de Bombeiros, no bairro Marechal Rondon, em Canoas.

Horas depois do crime, a Polícia Civil anunciou a captura do principal suspeito e a identificação dos outros dois criminosos que participaram do roubo e levaram a viatura, a arma e o aparelho celular da policial.

A ofensiva reuniu agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas.

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A agente roubada faz parte da equipe de Homicídios de Canoas. Logo que os bandidos fugiram com o carro, ela acionou colegas e deu início, ela própria, à apuração em busca dos pertences roubados.

“Poderia ter acontecido uma tragédia”, observou o delegado Ericson Mota, que responde interinamente pela Homicídios de Canoas. “Felizmente, a conduta da policial foi perfeita e conseguiu reunir elementos para darmos início às buscas aos suspeitos”, elogiou.

À frente da Draco, o delegado Gustavo Bermudes esclarece que a Especializada entrou em ação devido ao conhecimento de criminosos que atuam no roubo e furto de veículos na cidade.

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“Ao sabermos do crime, observamos que o próprio modus operandi da abordagem era semelhante ao de um assalto cometido na semana passada em Canoas”, frisa. “Não foi difícil saber quem eram os homens por trás do crime.”

Prova do crime

Conforme o delegado Matos, o criminoso preso estava com a pistola que pertencia à policial no momento em que foi capturado, o que é prova irrefutável de participação no crime.

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“Um ataque a uma policial é um ataque ao Estado e o que ele representa”, afirma. “Agimos rapidamente e agora é questão de tempo até que os demais suspeitos sejam capturados igualmente.”

“Pode acontecer”

Diretor do Departamento Estadual de Homicídios, o delegado Mario Souza destaca que o importante é que a policial está viva, já que o pior poderia ter acontecido durante a ação.

“É um assalto e sabemos que isso pode acontecer”, observa. “O importante é que a policial está bem. Ela agiu muito bem diante da situação, já que não reagiu e manteve a calma. Ligou para os colegas e começaram as buscas.”

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Latrocínio

Há anos Canoas não registra um latrocínio (roubo seguido de morte). Foi em 2018 que ocorreu o último e justamente cometido contra um policial, porém militar.

Bruno Rodrigues de Souza, 34 anos, acabou baleado durante uma tentativa de roubo na noite do dia 27 de setembro. Morreu dias depois no Hospital de Pronto Socorro de Canoas.

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Ele estava em seu carro na Avenida Santos Ferreira, bairro Nossa Senhora das Graças, quando dois homens se aproximaram. Foram quatro tiros.

Veja a entrevista

Polícia Civil esclarece prisão do homem suspeito de roubar viatura, arma e celular de policial
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