Um crime brutal chocou São Leopoldo nesta semana. Um homem, com as mãos algemadas, foi morto a tiros e teve o corpo carbonizado em um beco da Avenida Thomas Edison, no bairro São Miguel.
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Foto: Divulgação
A suspeita é de que a vítima seja um empresário de 32 anos, sequestrado por falsos policiais por volta das 11 horas da última quarta-feira (5) no bairro Campina, a poucos metros da BR-116. Minutos após o sequestro, a Polícia recebeu a notícia do crime brutal, a cerca de 3 quilômetros de distância.
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Ele é dono de uma empresa que faz montagens de stands para feiras e eventos. O desaparecimento dele foi reportado por familiares ainda na tarde do dia 5, quando foram até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de São Leopoldo para denunciar o sequestro. No momento do registro, os policiais já trabalhavam na ocorrência do corpo carbonizado, o que levou as autoridades a conectarem os casos.
A Polícia diz que só pode confirmar se o homem sequestrado é de fato a vítima carbonizada após a conclusão dos exames periciais. As autoridades seguem investigando o caso para identificar os autores do crime e a motivação da execução.
Três funcionários testemunharam o sequestro
Testemunhas relataram que além da vítima, três funcionários estavam no pavilhão no momento da abordagem dos criminosos. Eles invadiram o prédio, onde fica o depósito da empresa, simulando uma operação policial.
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O homem foi algemado e colocado em um Nissan Sentra branco, que depois foi encontrado carbonizado no local onde o corpo foi deixado. O veículo que estava em ocorrência de roubo.
Na quinta-feira (6), a Polícia Civil esteve na empresa para coletar informações e possíveis evidências. O prédio conta com câmeras de segurança, mas ainda não há confirmação se os equipamentos registraram o momento do sequestro.
A investigação segue em andamento para identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer as circunstâncias da execução. Além disso, a Polícia também aguarda o resultado pericial para confirmar se o corpo encontrado carbonizado é mesmo do empresário.

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
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