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VIOLÊNCIA

Vigilante da Ceasa espancado até a morte em estação de trem era morador do Vale do Sinos

Corpo de Marlon Celso da Costa, de 44 anos, vai ser sepultado nesta quinta-feira em cidade da região

Vigilante da Ceasa espancado até a morte em estação de trem era morador do Vale do Sinos
Publicado em: 14/05/2025 às 17h:38 Última atualização: 14/05/2025 às 17h:46
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O vigilante da Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa) que morreu na noite de terça-feira (13) após ser espancado por seis homens na plataforma da Estação Anchieta, da Trensurb, em Porto Alegre, era morador do Vale do Sinos. Marlon Celso da Costa, de 44 anos, residia em Sapucaia do Sul com a esposa e as três filhas, ainda crianças.

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Marlon Celso da Costa, de 44 anos, morreu após espancamento em plataforma da Trensurb | abc+



Marlon Celso da Costa, de 44 anos, morreu após espancamento em plataforma da Trensurb

Foto: Arquivo pessoal

O homem era empregado de uma empresa de segurança do município em que morava e trabalhava na Ceasa, na capital gaúcha, como terceirizado. No momento em que foi atacado pelo grupo, pouco depois das 19 horas, ele esperava o transporte público para retornar para casa após um dia de trabalho.

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Marlon teria chegado a desarmar um dos agressores, mas foi cercado pelos outros e agredido de forma violenta. Ele chegou a ser socorrido ao hospital, mas, pouco tempo depois, sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

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Segundo a Brigada Militar (BM), horas antes do ataque, por volta das 16 horas, os seguranças da Ceasa teriam abordado um homem dentro do pavilhão e, ao ser contido e retirado do local, ele proferiu ameaças contra os funcionários.

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A Central afirma, em nota, que Marlon teria sido surpreendido “pelo mesmo indivíduo abordado mais cedo, agora acompanho de outros”. Colegas dele, que também aguardavam o trem, presenciaram o ataque.

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A Trensurb esclareceu que os seguranças, assim como o Samu e a polícia, foram acionados assim que as agressões tiveram início. A empresa destaca, ainda, que a ação dos criminosos foram registradas por câmeras de monitoramento e que as imagens foram disponibilizadas às autoridades policiais. 

Até a tarde desta quarta, quatro suspeitos já haviam sido reconhecidos. O caso é investigado pela Polícia Civil.

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O profissional chegou a ser diretor do Sindicato dos Vigilantes do Rio Grande do Sul (Sindivigilantes do Sul) em duas gestões. Em nota, a associação lamentou a morte violenta de Marlon.

“O Sindivigilantes do Sul espera que os fatos sejam apurados com rapidez, acompanhará de perto as investigações e exige justiça, com a prisão e punição dos responsáveis o quanto antes. À família de nosso ex-diretor e amigo, expressamos nossos mais profundos sentimentos, todo o nosso apoio e solidariedade”, diz o texto.

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Despedida

O corpo de Marlon será velado a partir das 18 horas desta quarta-feira na Capela Santiago, localizada na Rua Tiradentes, no bairro Dihel, em Sapucaia do Sul. O sepultamento está marcado para ocorrer às 11h30 de quinta-feira (15) no Cemitério Municipal Pio XII, no bairro Lomba da Palmeira, também em Sapucaia.

*Colaborou: Kassiane Michel.

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