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Compra de votos e fraude eleitoral: Vereador de cidade da região é indiciado pela Polícia Federal

Jonathan Ferreira foi o parlamentar mais votado de Riozinho nas eleições de 2024

Compra de votos e fraude eleitoral: Vereador de cidade da região é indiciado pela Polícia Federal
Publicado em: 20/05/2026 às 17h:20 Última atualização: 20/05/2026 às 17h:20
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O vereador em Riozinho Jonathan Ferreira (PL) foi indiciado pela Polícia Federal (PF) pelos crimes de compra de votos e uso de documento falso para fins eleitorais. Eleito em 2024 com 243 votos, Ferreira foi o parlamentar mais votado do município.

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Segundo a PF, o processo foi encaminhado ao Ministério Público Eleitoral (MPE). O relatório policial apurou fatos relacionados à compra de votos e à tranferência irregular de domicílio eleitoral.

Vereador Jonathan Ferreira (PL) foi indiciado pela PF  | abc+



Vereador Jonathan Ferreira (PL) foi indiciado pela PF

Foto: Divulgação/Câmara de Vereadores de Riozinho

A PF explica que os eleitores utilizavam declarações falsas de residência na cidade. Depoimentos revelaram que o vereador organizou as transferências de municípios vizinhos com o objetivo de se beneficiar.

Três eleitores que aceitaram a fraude, também foram indiciados pela Polícia, eles não eram moradores de Riozinho. Ferreira havia sido alvo de mandados de busca e apreensão em 2025, durante operação que buscar reunir provas sobre os pagamentos citados pela PF.

Com uma população de 4,4 mil pessoas conforme dados do IBGE, Riozinho conta com uma 4,3 mil eleitores cadastrados na Justiça Eleitoral. A investigação e o inquérito foram conduzidos pelo delegado Cicero Costa Aguiar, da Delegacia de Direitos Humanos e Defesa Institucional da PF.

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Contraponto

Procurado, Ferreira se manisfetou por meio de nota do advogado Luciano Manini, que o representa. No texto, o parlamentar questiona a conclusão da Polícia Federal.

“As conclusões da autoridade policial estão evidentemente equivocadas, desconsiderando a verdade dos fatos. O vereador exercerá a sua defesa e será provado que não participou de nenhum ilícito, tratando-se de uma construção realizada pela oposição, para denegrir a sua imagem.”

Mesmo com o indiciamento, o vereador permanece exercendo a função na Câmara de Vereadores.

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