Os professores da rede municipal de Novo Hamburgo foram contrários a proposta apresentada pela Prefeitura que visava evitar o início da greve da categoria. A decisão confirma o estado de greve a partir das 7h30 segunda-feira (19).

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
O parecer foi unânime entre os participantes da assembleia-geral extraordinária realizada de forma remota pelo Sindicato dos Professores Municipais de Novo Hamburgo (Sindiprof NH) na noite desta sexta-feira (16).
O poder público havia apresentado aos servidores a proposta de aumento real nos salários em 2026 e 2027. “Na data do dissídio, será aplicado o IPCA na revisão geral anual, acrescido de aumento real de 2,6%”, diz o documento.
“Nossas despesas de sobrevivência não vão esperar até 2026”, afirmou a presidente do sindicato, Luciana Martins. As profissionais garantiram que não gostariam de entrar em greve, no entanto, o propósito é garantir os direitos de cada educador e educadora.
A primeira mobilização está prevista para acontecer na manhã de segunda-feira, em frente ao Centro Administrativo Leopoldo Petry, sede da Prefeitura de Novo Hamburgo. Já durante a noite desta sexta, pais receberam mensagens comunicando a deliberação da assembleia dos professores.
LEIA TAMBÉM