Nesta terça-feira (21) a executiva estadual do Psol se reuniu em Porto Alegre para definir sua posição no tabuleiro eleitoral gaúcho. Com Manuela D’Ávila confirmada como pré-candidata ao Senado, a direção definiu que dará apoio crítico à pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT).
Isso siginifica que, apesar de compartilhar a mesma chapa, compondo a frente política com putros seis partidos (PDT, PT, PSB, PCdoB, PV e Rede), não vai participar de um eventual governo em caso de vitória nas urnas, mantendo a independência da sigla.

Foto: Divulgação
Um documento com exigências pragmáticas para entrar na coligação será entregue nesta quarta-feira (22) à Juliana Brizola. Entre as solicitações está o compromisso do PDT em não privatizar nenhuma estatal do Estado.
O Psol foi o partido da coligação que manteve maior distância do PDT durante as negociações que seleram a saída de Edegar Pretto da disputa pelo Piratini, justamente por discordar da participação trabalhista no governo Leite. Apesar disso, tem em Pedro Ruas um brizolista assumido e convicto.
O nome do vereador da capital chegou a ser cogitado para ser pré-candidato do partido ao governo estadual em caso de candidatura própria. Essa é a segunda vez que a sigla abre mão de disputar uma eleição com o nome majoritário no Estado.
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