abc+

JUNTOS?

PT e PDT se aproximam de aliança para disputar o Piratini; entenda a negociação

Edegar Pretto (PT) e Juliana Brizola (PDT) são pré-candidatos ao governo do Estado

PT e PDT se aproximam de aliança para disputar o Piratini; entenda a negociação
Publicado em: 17/03/2026 às 14h:42 Última atualização: 17/03/2026 às 14h:42
Publicidade

As decisões de PT e PDT acerca das eleições de outubro no Rio Grande do Sul estão próximas do anúncio definitivo. No encontro entre os presidentes estaduais, Valdeci Oliveira (PT) e Romildo Bolzan Jr (PDT), ficou estabelecido que a decisão relacionada a uma eventual coligação será divulgada na próxima quarta-feira (25).

Publicidade

“Meu sentimento é que há espaço para construir e finalizar a situação em um bom termo”, explicou à reportagem o trabalhista Romildo Bolzan Jr. Pelo lado do PT, existe uma orientação da direção nacional para que a campanha de Lula à reeleição tenha um palanque único e competitivo.

Edegar Pretto (PT) e Juliana Brizola (PDT) ainda podem compor chapa na disputa pelo Piratini em outubro  | abc+



Edegar Pretto (PT) e Juliana Brizola (PDT) ainda podem compor chapa na disputa pelo Piratini em outubro

Foto: Divulgação

Enquanto isso, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, não abre mão da candidatura de Juliana Brizola ao Piratini. “A Juliana é uma candidata melhor posicionada para o 2º turno. Não carrega o ranço da polarização”, avalia Bolzan Jr.

Para o presidente estadual trabalhista, a possibilidade de aliança deixaria a esquerda fortalecida, tendo em vista a confirmação da chapa de direita, com PL, PP e Republicanos. “Não construímos nossas estratégias baseadas nos adversários”, completa. 

O PT, apesar de manter a pré-candidatura de Edegar Pretto na rua, incluindo a participação no debate entre os pré-candidatos nesta quinta-feira (19) na Fecomércio-RS, compreende a importância da unidade no entorno do campo democrático.

Publicidade

Atualmente, Pretto conta com apoio confirmado de outros cinco partidos: Psol, PSB, PCdoB, PV e Rede Sustentabilidade. Há o sentimento entre os petistas de que o PDT demora a sair da base do governo Eduardo Leite (PSD), especialmente após a dissidência do PSB confirmada na última sexta-feira (13).

No entanto, o sentimento de ambos os partidos é de que há boa vontade para que a aliança seja concretizada para a disputa do 1º turno, agendado para o dia 4 de outubro.

Publicidade