As decisões de PT e PDT acerca das eleições de outubro no Rio Grande do Sul estão próximas do anúncio definitivo. No encontro entre os presidentes estaduais, Valdeci Oliveira (PT) e Romildo Bolzan Jr (PDT), ficou estabelecido que a decisão relacionada a uma eventual coligação será divulgada na próxima quarta-feira (25).
“Meu sentimento é que há espaço para construir e finalizar a situação em um bom termo”, explicou à reportagem o trabalhista Romildo Bolzan Jr. Pelo lado do PT, existe uma orientação da direção nacional para que a campanha de Lula à reeleição tenha um palanque único e competitivo.

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Enquanto isso, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, não abre mão da candidatura de Juliana Brizola ao Piratini. “A Juliana é uma candidata melhor posicionada para o 2º turno. Não carrega o ranço da polarização”, avalia Bolzan Jr.
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Para o presidente estadual trabalhista, a possibilidade de aliança deixaria a esquerda fortalecida, tendo em vista a confirmação da chapa de direita, com PL, PP e Republicanos. “Não construímos nossas estratégias baseadas nos adversários”, completa.
O PT, apesar de manter a pré-candidatura de Edegar Pretto na rua, incluindo a participação no debate entre os pré-candidatos nesta quinta-feira (19) na Fecomércio-RS, compreende a importância da unidade no entorno do campo democrático.
Atualmente, Pretto conta com apoio confirmado de outros cinco partidos: Psol, PSB, PCdoB, PV e Rede Sustentabilidade. Há o sentimento entre os petistas de que o PDT demora a sair da base do governo Eduardo Leite (PSD), especialmente após a dissidência do PSB confirmada na última sexta-feira (13).
No entanto, o sentimento de ambos os partidos é de que há boa vontade para que a aliança seja concretizada para a disputa do 1º turno, agendado para o dia 4 de outubro.
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