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Política

Servidores de Novo Hamburgo cobram pagamento de reajuste aprovado em lei

SindProfNH afirma que Prefeitura deixou de repassar os 2% previstos para setembro; proposta apresentada por Finck foi sancionada com previsão de pagamento escalonado

Dário Gonçalves
Publicado em: 30/09/2025 às 12h:46 Última atualização: 30/09/2025 às 12h:48
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O Sindicato dos Professores Municipais de Novo Hamburgo (SindProfNH) denunciou que a Prefeitura não efetuou o pagamento da parcela de reajuste salarial prevista para setembro a todos os servidores municipais.

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Segundo a entidade, a administração municipal descumpriu a lei que estabeleceu a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos, aprovada por unanimidade na Câmara de Vereadores em 25 de junho.

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Prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck | abc+



Prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck

Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial

A medida garantiu reposição de 5,48%, correspondente ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para recompor perdas salariais entre abril de 2024 e março de 2025. A proposta, apresentada pelo prefeito Gustavo Finck (PP) após mobilização e estado de greve dos professores, foi sancionada com previsão de pagamento escalonado: 2% em julho, 2% em setembro e 1,48% em dezembro, com retroatividade a abril.

Os primeiros 2% chegaram a ser pagos em folha complementar, mas, conforme o sindicato, a parcela prevista para este mês não foi identificada.

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“Isso é lamentável”, diz presidente

Presidente do SindProfNH — e vereadora do Partido dos Trabalhadores —, Luciana Martins destacou em vídeo nas redes sociais que apenas o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de Novo Hamburgo (Ipasem) cumpriu a legislação, repassando o reajuste às aposentadas e aposentados.

“Infelizmente, nós, servidores da ativa, não tivemos a reposição retroativa do mês de abril. Ou seja, a legislação aprovada não foi cumprida. Isso é lamentável no momento em que a gente tem uma reposição já parcelada. Já demos a nossa dose de sacrifício e a Prefeitura e a Municipalidade não cumprem aquilo que ela mesma encaminhou como proposta”, afirmou.

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Em nota, o SindProfNH destacou que está buscando informações junto à administração municipal e que acionou o setor jurídico para garantir o cumprimento da lei.

À reportagem, a Prefeitura informou que ainda não tem um posicionamento sobre o assunto, mas que irá se posicionar ao longo do dia. O espaço segue aberto.

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