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INVESTIGAÇÃO

VÍDEO: "Lutarei para me defender dessa decisão que considero injusta", afirma vereador investigado em esquema de rachadinha

Vice-presidente da Câmara de Sapiranga, Tiago Moraes (PP) se manifestou pela primeira vez desde afastamento do cargo

Publicado em: 01/10/2025 às 18h:50 Última atualização: 01/10/2025 às 18h:50
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O vereador Tiago Moraes (PP), vice-presidente da Câmara de Sapiranga, se pronunciou pela primeira vez desde que foi afastado temporariamente do cargo pela Justiça, na última segunda-feira (29).

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A medida terá duração de 90 dias e atende a uma solicitação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que investiga um suposto esquema de rachadinha no gabinete do político, em ação de improbidade administrativa.

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O vereador de Sapiranga Tiago Moraes dos Santos se manifestou por meio de vídeo publicado nas redes sociais | abc+



O vereador de Sapiranga Tiago Moraes dos Santos se manifestou por meio de vídeo publicado nas redes sociais

Foto: Reprodução

Em vídeo publicado no final da tarde desta quarta-feira (1°) nas redes sociais, Moraes disse ter ficado surpreso com a liminar judicial, que, conforme ele, determinou o afastamento antes mesmo que ele pudesse se defender.

Ele destacou que a mesma denúncia já havia sido analisada e arquivada em outros órgãos, por falta de provas.

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“Respeito a decisão, mas não concordo com ela e lutarei para me defender dessa decisão que considero injusta”, afirmou.

O parlamentar agradeceu às mensagens de apoio e reafirmou confiança no andamento do processo: “Continuarei firme, de cabeça erguida e confiante que a verdade vai prevalecer”.

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Veja o vídeo:

“Lutarei para me defender dessa decisão que considero injusta”, afirma vereador investigado

O caso

De acordo com a Promotoria, servidores comissionados eram obrigados a repassar parte dos salários e até ceder cartões de vale-alimentação para permanecer nos cargos. O promotor de Justiça Laerte Kramer Pacheco afirmou que as apurações revelaram repasses sistemáticos, caracterizando abuso de poder e desvio de recursos públicos.

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Além do afastamento, a Justiça decretou a indisponibilidade de bens do parlamentar até o limite de R$ 50 mil, medida destinada a assegurar eventual devolução de valores desviados e proteger o andamento da investigação.

Entre os relatos colhidos, uma das vítimas afirmou que mais de R$ 14 mil foram utilizados em seu cartão de alimentação sem que ela tivesse acesso ao benefício. Para o Judiciário, a gravidade dos indícios justifica a medida cautelar de suspensão imediata.

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