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LITERATURA LOCAL

Estância Velha ganhará segundo volume de antologia com moradores; veja como participar

Poesias, crônicas, contos e relatos estão entre gêneros textuais que podem ser inscritos para integrar a obra

Publicado em: 24/04/2026 às 08h:50 Última atualização: 24/04/2026 às 08h:51
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O livro Estância Velha que te Quero Ler deve ganhar um segundo volume em julho deste ano, com poemas, crônicas, relatos e causos de moradores da região. Interessados podem inscrever suas produções com tema livre até o dia 19 de maio, sob o custo de cinco exemplares, totalizando R$ 125.

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Com organização de Cleber Zanovello Dariva e Sandra Hess, da editora Z Multi, e patrocínio da Dimel Materiais para Embalagens, a edição deste ano conta com a criação de uma nova categoria. Além de poesias, crônicas, contos e relatos, os autores podem enviar também textos para a categoria causos.

“Os Causos devem trazer um pouco da nossa imaginação sobre fatos que aconteceram em Estância Velha, nessa ideia de transformar o real em fictício. A diferença deles e os Relatos é que o Relato é uma maneira mais simples de trazer a história, e normalmente quem conta está muito vinculado ao que aconteceu”, explica Sandra Hess.

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“Já o Causo é aquela coisa que foi montada para nós e a gente quer relembrar, como o caso do homem que perdeu os olhos, que é repetido verbalmente e nem sempre é registrado na forma de um livro”, continua.

De acordo com o regulamento, a poesia deve ter entre 30 e 60 versos, a crônica e o relato devem ter de 3 mil a 4,5 mil caracteres com espaço e o conto e o causo devem ter entre mil caracteres e 7 mil caracteres com espaço.

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Para se inscrever ou obter mais informações, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail contato@zmultieditora.com.br ou pelo telefone (51) 99961-4410. O cronograma de produção inclui ainda um encontro para redação e esclarecimento de dúvidas no dia 2 de maio.

Novo volume surge após o sucesso do primeiro

Em 2025, a edição contou com 37 textos, todos com recursos da lei Aldir Blanc. “No ano passado utilizamos a Lei Aldir Blanc e a comunidade gostou tanto dessa ideia de ter um livro que pudesse contar com textos de moradores que muitos pediam para escrever”, conta Sandra.

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“Neste ano não sabíamos se ia ter uma lei que contemplasse os incentivos culturais, então sabend que a Dimel prestava apoio para projetos culturais, buscamos esse incentivo”, continua.

Raul Kruze, proprietário da Dimel, afirma que sente-se feliz em contribuir com ações como essa. “Acho muito interessante porque abrange uma gama muito grande de assuntos e são relatos de três páginas. Fiquei muito animado por ter sido um dos participantes na primeira edição e dessa vez quis ser o patrocinador.”

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