O número de aves mortas no Parque Zoológico de Sapucaia do Sul aumentou para 30. Conforme a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), o último óbito foi registrado no sábado (23) e trata-se de mais um cisne – no total 29 cisnes e um pato-do-mato foram encontrados mortos no local desde o dia 13 de maio.
A Sema também informou que ainda não chegaram os resultados das análises feitas nos animais e enviadas ao Ministério da Saúde.
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Foto: Eduardo Zanotti/Especial
A investigação segue e o parque continua fechado para visitantes, sem previsão de reabertura. A medida está em vigor desde o dia 14 de maio, quando a secretaria informou a morte dos primeiros 15 cisnes, e passou a valer no dia seguinte. As mortes foram observadas dois dias antes, quando os trabalhos de investigação já iniciaram, incluindo a análise de amostras dos animais e da água dos lagos.
A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) atendeu à notificação de suspeita de síndrome respiratória nervosa (SRN), com coleta de material e envio para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA), responsável pelo diagnóstico.
Ainda no dia 15, a Seapi divulgou que os resultados dos testes realizados deram negativos para Influenza Aviária. Mesmo assim, as investigações continuam. Os veterinários monitoram possíveis sintomas nos demais animais, segundo a pasta.
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Protocolo
Conforme a Sema novas amostras foram coletadas pela Secretaria de Saúde na segunda-feira (18), por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, e encaminhadas ao Ministério da Saúde. “O procedimento faz parte do protocolo de investigação e monitoramento sanitário. O Estado aguarda o resultado dos exames por parte do órgão federal”, divulgou a secretaria, em nota.
“As secretarias do Meio Ambiente e Infraestrutura e da Saúde estão atuando com toda responsabilidade no monitoramento e na investigação sobre a causa das mortes. O parque está fechado para reduzir a circulação de pessoas, e os veterinários (tratadores) do zoo que atuam na área das aves utilizam equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários previstos em protocolo”, conclui o texto da Sema.