Reunindo 50 expositores e 21 malharias, a Tricofest chegou a Picada Café com novidades. Com entrada e estacionamentos gratuitos, o evento, que começou na sexta-feira (4), segue até o dia 3 de agosto, sempre às sextas, sábados e domingos. O local escolhido é o acolhedor Parque Histórico Jorge Kuhn, às margens da BR-116.

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
Uma das curiosidades são as roupas de tricô feita para pets. Moradora de Porto Alegre, Luiza Toffoli, estava com a mãe na Serra gaúcha e no retorno à capital, parou na Tricofest. “Uma das primeiras coisas que percebi foram as roupinhas para pet.”
Após uma volta, resolver levar um presente para o seu cachorro. “O Negrito é um vira-lata, ele tem apenas um moletom e agora vai ganhar um presente quentinho.” Segundo a porto-alegrense, essa foi a primeira vez que encontrou as opções em tricô. “Achei super interessante.”
Quem vende as roupinhas, é Elisiane Wedig, proprietária da Elise Malhas, com sede em Nova Petrópolis. “Nós mesmos que produzimos, é tudo manual.”
Questionada sobre como surgiu a ideia, Elisiane conta que foi por acaso. “Tínhamos apenas peças infantis, mas notamos que muitas pessoas têm pets. Além disso, também nos pediram para fazer.”
A expositora participa também da Tricofest em Nova Petrópolis e falou sobre as diferenças entre as edições. “Aqui o lugar é mais aberto. O público costuma frequentar o parque para além da feira e isso traz movimento.”
Estrutura
Quem também esteve na feira foi a família de Canoas composta por Magda Furlanetto, Maria Eduarda Furlanetto e Edurado Terterola. Eles foram tomar um café colonial na região e aproveitaram para fazer a visita. “A estrutura está melhor do que em 2024. Ampliaram bastante e está com mais variedades além do tricô”, conta a publicitária Maria Eduarda.
Produtos locais são destaques até na fronteira
A Tricofest também teve presença internacional. Janine Larumbe é uruguaia, mas mora em Santana do Livramento, na fronteira do Brasil com o Uruguai. Ela está na Serra com a prima, Daniela Medeiros, que mora no Uruguai e com a filha, Nicole Larumbe.
“Estamos hospedadas em Canela. Resolvemos sair para conhecer a região e a cada dia escolhemos uma cidade diferentes.” O trio já passou por Nova Petrópolis e Gramado, onde aguardou por 40 minutos na fila em uma atração turística. “Aqui [Picada Café] é mais tranquilo, gostamos bastante”, afirma Janine.
Janine elogiou a qualidade das roupas e também a variedade. “Não temos isso no Uruguai. Lá não ocorrem feiras e as roupas vendidas normalmente veem de São Paulo”, completa.
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