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REDE DE PROTEÇÃO

VÍDEO: OAB mobiliza comunidade contra a violência à mulher

Mais de dez escolas receberam a visita de advogadas para bate-papo

Publicado em: 26/03/2026 às 09h:48 Última atualização: 26/03/2026 às 09h:49
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“E se é a tua mãe que vem a perder a vida por violência de gênero, qual seria o impacto disto?”. Esta foi apenas uma das reflexões propostas pelas representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da subseção de Novo Hamburgo, Leny Camargo Fisch e Lubiane Goldani Costa, nesta quarta-feira (25), com o projeto OAB Vai à Escola, que levou informações sobre a violência contra a mulher em mais de dez instituições de ensino dos municípios de Novo Hamburgo, Estância Velha e Presidente Lucena.

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Bate papo com as advogadas Lubiane Goldani Costa e Leny Camargo Fisch, da OAB/NH, no Colégio Estadual 25 de Julho | abc+



Bate papo com as advogadas Lubiane Goldani Costa e Leny Camargo Fisch, da OAB/NH, no Colégio Estadual 25 de Julho

Foto: Paola Altneter/GES-Especial

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A ação é proposta pela OAB/RS e a programação incluiu um bate-papo explicando como identificar a violência, quais são as formas de agressão e como pedir ajuda. Ao todo, mais de 1 mil alunos dos ensinos fundamental e médio foram contemplados. De acordo com Lubiane, o intuito da entidade é que haja uma mudança de cultura. “Que as crianças e os adolescentes tenham acesso à informação para que eles não cometam atos de violência e para que se vítimas de violência de gênero, possam se defender”, comenta.

O encontro buscou fazer um alerta às violências física, patrimonial, moral e digital, além de instruir sobre outras formas que se manifesta. “Nós queremos dar nome à violência, que as crianças e adolescentes tenham acesso a nomenclatura”, ressalta Lubiane.

Segundo Leny, é necessário que os adolescentes passem a entender e respeitar o direito da mulher, independente da idade. “Todas têm direito, não é não e tem que saber respeitar”, esclarece.

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Percepção ampliada

Aluna do 1º ano do Magistério do Colégio Estadual 25 de Julho, Livia Petry Machado, de 15 anos, comenta que o tema é de suma importância, visto que os números de violência contra a mulher são altos. “Minha percepção foi ampliada, como elas trouxeram diferentes tipos de violência, isto despertou mais olhares”.

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Para a estudante, o assunto precisa ser debatido porque muitas pessoas podem conviver com vítimas de violência de gênero no âmbito familiar, na vizinhança ou até mesmo estar passando pela agressão e ter medo de falar.

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Banco Vermelho

Como marco de encerramento da mobilização, foi lançado na sede da OAB/NH o Banco Vermelho, símbolo internacional que representa a luta contra violência de gênero. “A mulher que está sofrendo violência vai ser acolhida, ali tem os canais e é muito importante que busque e faça a denúncia. A gente sabe que tem muitos motivos que a mulher não consegue sair deste círculo vicioso para buscar os seus direitos, mas estamos aqui para ajudá-las”, reforça Leny. Na foto, Paula Costa, da comissão da Mulher; Simone Stofell, vice-presidente; Juliana Martins, presidente; e Fernanda Passini, secretária da OAB/NH, junto ao Banco Vermelho.

Veja o vídeo:

OAB/NH envolve a comunidade em atos de conscientização da violência contra a mulher
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