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Alergia ao pólen: Sintomas, prevenção e tratamentos para aproveitar a temporada das flores sem sofrimento

Geralmente, alergia ao pólen acontece mais durante primavera em todo Brasil, principalmente no RS e outros estados do Sul do País

Publicado em: 28/08/2025 às 16h:58
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Em setembro, o Brasil se despede do inverno para dar boas-vindas à primavera. O desabrochar das flores toma conta da paisagem, transformando o mundano em beleza. Mas também podem trazer os espirros e uma coceira chata no nariz, entre outros sintomas da alergia ao pólen.

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Coriza e coceira no nariz são alguns dos sintomas da alergia ao pólen | abc+



Coriza e coceira no nariz são alguns dos sintomas da alergia ao pólen

Foto: Freepik

A alergia ao pólen, também chamada de polinose, acontece mais na primavera pois há uma maior disseminação do pólen, conforme o presidente da Associação de Alergia e Imunologia – Regional do RS (Asbai-RS) Renan Augusto Pereira. “Assim, do final de agosto até, aproximadamente, novembro ou dezembro, podem surgir sintomas da polinose ou alergia ao pólen”, explica.

Inclusive, há uma maior concentração de pólen nos estados do Sul do País, incluindo o RS. Isso costuma acontecer ainda durante a primavera, entre o final de agosto e o começo de novembro.

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Como acontece a alergia ao pólen

Um dos principais causadores da polinose são plantas do gênero Lolium, sendo o azevem-italiano ou azevém-anual (Lolium multiflorum) e o azevem-perene (Lolium perenne).

Mais utilizados em pastagens e áreas rurais, comuns no interior do Estado, o pólen dessas plantas pode viajar longe. Quem tem alergia, sofre quando entra em contato com as proteínas presentes nele.

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Quais os sintomas da alergia ao pólen

A alergia ao pólen causa a chamada rinoconjuntivite, que é a junção dos sintomas de rinite com conjuntivite. São eles:

• coceira no nariz;
• muitos espirros;
• coriza;
• obstrução nasal;
• conjuntivite
• sensação de areia nos olhos;
• coceira intensa;
• vermelhidão no branco dos olhos;
• lacrimejamento.

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Os sintomas podem parecer um resfriado, “que pode durar anualmente três meses de sofrimento”, como descreve a Asbai. Em casos mais graves, o presidente da associação região do RS afirma que a alergia pode levar à fotofobia, que é a dificuldade para olhar para a luz, chamada de fotofobia.

Além disso, pode surgir também a irritação na garganta, com sensação de que está arranhando. E, embora seja menos frequente, há a possibilidade de alterações na pele. “No entanto, na maioria das vezes trata-se de uma rinoconjuntivite sazonal, que ocorre justamente nesse período de maior polinização”, afirma Pereira.

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Como prevenir a alergia ao pólen

Para prevenir a polinose, a indicação é modificar o ambiente na época de primavera. “É importante evitar deixar janelas abertas durante esses períodos, preferir atividades em locais fechados e reduzir a exposição aos alérgenos sempre que possível.”

Outra forma de tratar a alergia ao pólen é com medicamentos, sejam eles nasais, como corticoides e lavagem, ou oculares, incluindo o uso de colírios específicos para alergia. “Em alguns casos, medicações orais para avaliar os sintomas quando a alergia se manifesta”, afirma Pereira.

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O doutor explica também que há a possibilidade de receber a vacina de alergia, como é conhecida popularmente a imunoterapia alérgica específica. O tratamento é oferecido para a pessoa que já está com sintomas, sempre depois de passar por uma bateria de exames e testes.

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Nessa vacina, será oferecido pólen à pessoa de forma gradual, controlada e crescente. “Isso faz com que o corpo aprenda que o pólen não é um inimigo, de modo que, ao entrar em contato com ele, a pessoa já esteja dessensibilizada e não apresente os sintomas da alergia”, conta.

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