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PROCESSOS

BBB 26: Globo não perdoa e cobra multa milionária de Pedro após vazamento de informações confidenciais, diz jornal

Pedro, que foi indiciado pela polícia por importunação sexual contra sister, está processando Globo

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Publicado em: 24/03/2026 às 10h:21 Última atualização: 24/03/2026 às 12h:41
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Após Pedro Henrique Espíndola processar a Globo, a emissora está cobrando uma multa milionária do ex-participante do Big Brother Brasil 26 por quebra de cláusula contratual. Ele desistiu do reality show após tentar beijar à força a sister Jordana Moraes.

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Pedro Henrique apertou o botão e desistiu do BBB 26 após tentar beijar Jordana à força | abc+



Pedro Henrique apertou o botão e desistiu do BBB 26 após tentar beijar Jordana à força

Foto: Globo/Reprodução

A Globo está cobrando R$ 1,5 milhão de Pedro, conforme a coluna Outro Canal da Folha de S. Paulo. A emissora afirma que a situação acabou se agravando e informações confidenciais foram reveladas após o ex-brother mover uma ação contra ela, pedindo uma multa de R$ 4,5 milhões.

O processo, movido pela defesa de Pedro, é por quebra de contrato, além de dano material e moral. Na ação, a defesa do ex-BBB contesta a maneira como a sua saída foi tratada pela emissora. Apesar de ter apertado o botão e desistido, ele foi tratado como expulso e, por tanto, não teve o contrato rescindido.

CONFIRA: BBB 26: Entenda por que Pedro teria sido retirado do programa se não tivesse desistido

No entanto, muitos detalhes do contrato de Pedro com a Globo foram revelados pela ação, incluindo informações sobre o cachê dos participantes Pipoca, que seria de R$ 10,5 mil, pago em uma única parcela. Isso configura a quebra de cláusula contratual.

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Ainda conforme a coluna, a cláusula 7.5 do contrato afirma que o “vazamento de um acordo ou de informações confidenciais do vínculo para a produção do reality show é considerada uma quebra de acordo, que tem pagamento de multa previsto”.

O contrato é válido até o fim de junho e, caso o participante e a Globo estejam de acordo, pode ser finalizado gratuitamente em 60 dias, no final de maio. Antes disso, os brothers e sisters não podem dar entrevistas sem autorização da emissora.

Até o fechamento desta matéria, a TV Globo. O espaço permanece aberto. Já a defesa de Pedro, que é representado pelo advogado Nica Castro, afirma que pediu sigilo, mas o pedido não foi acatado pelo Tribunal de Justiça do Paraná, onde o processo tramita, segundo o portal de notícias Metrópoles.

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Ainda, diz não ser responsável pelos vazamentos das informações na internet e que não recebeu qualquer notificação sobre a suposta multa.

Sem cachê de propagandas, mas R$ 100 mil por documentário

Caso a pessoa deixe o BBB antes de completar sete dias, a Globo pagaria um valor proporcional e, caso ela vire tema de documentário, são pagos R$ 100 mil ao ex-participante.

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Além dos R$ 10,5 mil em parcela única, cada um dos Pipocas também leva R$ 500 para cada semana que continua no reality show. Por conta disso, Pedro alega que deveria receber cerca de R$ 11 mil, conforme a coluna.

Quanto às propagandas feitas dentro do reality show, os participantes não recebem porcentagens. A única maneira de receber é quando fecham acordos comerciais para as redes sociais, gerenciadas pela empresa.

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Indiciado por importunação sexual

Em janeiro, Pedro apertou o botão e deixou o BBB 26 após encurralar Jordana no confessionário e tentar beijá-la à força, o que ela negou. Quando deixaram o cômodo, o paranaense começou a andar pela casa preocupado e, ao ser questionado sobre o que aconteceu, ele respondeu: “O que não devia ter acontecido”. Pouco depois, apertou o botão.

Mais tarde, Jordana contou que Pedro entrou com ela na despensa e colocou a mão no pescoço da sister. “Eu falei: ‘Cê tá louco?’ e ele falou: ‘Tô fazendo o que tô com vontade’”, disse. 

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Caso Pedro não tivesse deixado o BBB por conta própria, ele teria sido expulso, afirmou o apresentador Tadeu Schmidt durante o ao vivo, depois do caso. 

Pouco depois de deixar a casa mais vigiada do País, Pedro começou a ser investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por importunação sexual contra Jordana. Em fevereiro, ele foi indiciado após apuração da Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá.

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A defesa de Pedro Henrique Espíndola não se manifestou sobre o indiciamento, mas o espaço segue aberto.

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