Quatro profissionais com histórico na área tributária decidiram apostar no mercado financeiro e criaram a Plena Pay. A nova fintech gaúcha recebe um aporte de R$ 20 milhões e começa a operar com a meta de atender cerca de 2,2 mil clientes, a maioria no Rio Grande do Sul.
A empresa nasce dentro do grupo Plena e inicia as atividades em julho. Para abrir conta, o cliente baixa o aplicativo da fintech. Os custos variam conforme os serviços contratados por cada usuário.
Quem comanda a Plena Play?
Cesar Coimbra assume o cargo de CEO da Plena Pay. Ele lidera o projeto ao lado de outros três sócios: Alexander Diego dos Santos, Elieser Lima Oliveira e Luciano Lazzarotti. Os quatro têm trajetória prévia em gestão tributária, o que ajudou a moldar o portfólio de serviços da fintech.
Segundo Coimbra, a proposta da empresa é atuar como uma espécie de gestor financeiro automatizado. A ideia central é reduzir a necessidade de atendimento humano nas tarefas financeiras do dia a dia dos clientes.
O que a fintech oferece?
A Plena Pay chega ao mercado com um portfólio amplo de serviços. Entre as opções estão conta digital, Pix por meio de parceria com uma empresa autorizada pelo Banco Central e cartão de crédito da bandeira Visa.
A fintech também fechou parceria com a Warren para oferecer investimentos aos clientes. Além disso, promete operações internacionais e serviços de gestão tributária e corporativa, área de origem dos próprios fundadores.
Uma das funções do aplicativo permite distribuir, de forma automática, valores recebidos com frequência pelo cliente. Assim, é possível programar pagamentos para funcionários, fornecedores e outros parceiros comerciais sem repetir o processo manualmente todo mês.
A base tecnológica da Plena Pay segue a lógica do chamado “split payment”, mecanismo previsto na reforma tributária brasileira. Nesse modelo, o imposto é enviado direto ao fisco no momento em que o consumidor paga por um produto ou serviço.




