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CENTRAL DE VERÃO

Capão da Canoa tem 5 locais impróprios para banho, informa boletim de balneabilidade da Fepam

Fepam recomenda que veranistas devem entrar na água apenas em locais com condição própria para o banho

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Publicado em: 03/01/2026 às 11h:08 Última atualização: 03/01/2026 às 11h:09
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O primeiro boletim de balneabilidade de 2026 divulgado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) deixou em alerta veranistas de Capão da Canoa, uma das mais movimentadas praias do Rio Grande do Sul. O município tem cinco locais impróprios para banho.

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Região do Hotel Araçá, em Capão da Canoa, está com condições impróprias para banho, segundo a Fepam | abc+



Região do Hotel Araçá, em Capão da Canoa, está com condições impróprias para banho, segundo a Fepam

Foto: Reprodução/Redes sociais

As coletas de água para testes foram nos dias 29 e 30 de dezembro. Dos 96 pontos monitorados no Estado, 12 estão impróprios, sendo cinco deles em Capão da Canoa. Oito pontos do município são fiscalizados, ou seja, a maioria não está com condições de banho.

São considerados impróprios para banho, em Capão da Canoa, os seguintes locais: Edifício Aymoré; Balneário de Araçá – Hotel Araçá; Edifício Yara; Arroio Teixeira e Praça Azevon. Estão em boas condições para banho o Parque Náutico – Lagoa dos Quadros; praia de Curumim; e Capão Novo – Rua do Beija-Flor.

Os demais pontos impróprios para banho no Rio Grande do Sul são: Balneário Cerrito (Cerrito); Rio Piratini (Pedro Osório); Valverde, Totó e Valverde Trapiche (Pelotas); Balneário Municipal Klérfim Cardoso (Piratini) e Balneário Rebelo (Tapes).

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Segundo o presidente da Fepam, Renato Chagas, o departamento de fiscalização já está mobilizado para identificar as prováveis causas dos cinco pontos impróprios para banho em Capão. “Além das ações de monitoramento, vamos realizar coletas nas drenagens pluviais para investigar possíveis fontes de contaminação da água. Após verificar os resultados, os municípios serão notificados”, informa.

A Prefeitura de Capão da Canoa soltou nota sobre o assunto. Diz que as coletas foram realizadas em dias de chuva forte na região, “condição que influencia diretamente os resultados das análises de balneabilidade”. “O escoamento superficial das águas pluviais ocorre de forma imediata e intensa em direção ao mar”, informa.

A nota diz ainda que, tão logo tomou conhecimento do resultado das análises, a Prefeitura procurou a Corsan para saber se “houve eventual ocorrência operacional ou situação específica que pode ter colaborado para os resultados negativos”. O governo de Capão da Canoa conclui que “segue acompanhando os boletins de balneabilidade e mantém diálogo permanente com os órgãos ambientais e de saneamento”.

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