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PREVISÃO

RS tem alerta para chuva volumosa e Defesa Civil do Estado contata prefeituras para medidas preventivas

Defesa Civil alerta o quanto e onde irá chover; confira o volume de precipitação para cada região

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Publicado em: 09/06/2024 às 15h:28 Última atualização: 09/06/2024 às 21h:08
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Após dias de sol, o tempo pode voltar a fechar em todas as regiões do Rio Grande do Sul, ainda neste mês de junho. É o que alertou a Defesa Civil do Estado, em publicações neste sábado (8) e domingo (9).

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Chuva volta em todas as regiões do Estado na próxima semana | abc+



Chuva volta em todas as regiões do Estado na próxima semana

Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial

Uma instabilidade pode cobrir os céu do Estado entre a próxima sexta-feira (14) e a segunda (17), por conta do avanço de uma frente fria, de acordo com os monitoramentos da Defesa Civil, junto à Sala de Situação do Estado.

Ainda que a chuva atinja todas as regiões, os maiores acumulados serão nos Vales, Porto Alegre, litoral norte e na Serra gaúcha. Conforme comunicado da Defesa Civil divulgado no sábado (8),nessas áreas os acumulados serão entre 150 e 200 milímetros entre os dias. Destas, a grande maioria foi afetada pela catástrofe causada pelas cheias históricas de abril e maio.

Volumes de chuva em cada região do RS

Porém, em uma atualização dos modelos climáticos neste domingo (9), o órgão estadual aponta que nas Missões, Centro e Nordeste, as chuvas devem acumular 50 a 120 mimílimetros durante os quatro dias. Em Porto Alegre, região Metropolitana, Vales e Serra, os volumes podem variar entre 45 e 75.

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Por que as chuvas voltam no RS?

A instabilidade vai voltar para o Estado por conta de um novo bloqueio atmosférico que está se formando no Brasil central, conforme a Defesa Civil. Isso pode fazer com que as frentes frias voltem a atuar em todo RS, junto com a chuva.

Medidas preventivas

A Defesa Civil afirmou que já está em contato com as prefeituras para que sejam adotadas medidas preventivas, especialmente onde há “pequenos rios, córregos e sistemas de escoamento que demandem manutenção, desobstrução e limpeza” onde há ainda entulhos por conta da catástrofe.

Assim, evitando que haja novos alagamentos, permitindo que os volumes de chuva possam escoar. 

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Além disso, as equipes trabalham orientando as cidades a avaliarem quais são as áres onde há risco de movimento do solo, para que as medidas possam ser adotadas.

“A Sala de Situação do Estado seguirá monitorando e realizando atualizações das condições hidrometeorológicas para o período”, afirmou a Defesa Civil.

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