Uma parte da plataforma marítima da praia de Atlântida, em Xangri-Lá, no litoral norte, desabou com os ventos do ciclone extratropical que se formou na costa gaúcha. Estragos já tinham sido registrados na tarde de segunda-feira (28). Já na madrugada desta terça-feira (29), o braço norte da plataforma caiu.
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O que restou
José Luis Rabadan, presidente da Associação dos Usuários da Plataforma Marítima da Atlântida (Asuplama), afirma que o que restou é a região de entrada da portaria, a rampa de acesso e cerca de 150 metros da plataforma, da beira da praia em direção ao mar.
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Ontem, a parte que havia ruído era de aproximadamente 25 metros de comprimento.

Foto: David Castro/Especial
Segundo Rabadan, há algumas semanas, a Asuplama apresentou para a Justiça Federal um laudo do Laboratório de Ensaios de Modelos Estruturais (Leme), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O documento já sinalizava o risco iminente de colapso da estrutura do braço norte e de parte da plataforma do espigão.
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O presidente destaca que a previsão se concretizou e os estragos foram registrados entre esta segunda e a terça-feira.