O Rio Grande do Sul teve a segunda morte por dengue confirmada nesta terça-feira (19).
A vítima, de acordo com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), é de um homem, de 90 anos, com comorbidades, ocorrido em 7 de abril. O paciente morava em Guaporé.

Foto: Wolbito do Brasil/Reprodução
O município gaúcho apresenta incidência de 534,4 casos prováveis de dengue por 100 mil habitantes.
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Sintomas
Aos primeiros sinais de sintomas da doença causa pelo mosquito Aedes aegypti é indicado procurar atendimento médico. “Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e sua possível evolução para óbito”, ressalta a Secretaria Estadual da Saúde (SES). Confira abaixo os principais sintomas:
- Febre alta, com duração de dois a sete dias,
- Dor retro-orbital (atrás dos olhos);
- Dor de cabeça,
- Dor no corpo,
- Dor nas articulações,
- Mal-estar geral,
- Náusea,
- Vômito,
- Diarreia,
- Manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
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Situação epidemiológica no RS
Neste ano, o Rio Grande do Sul registra queda na incidência da dengue. São 1.493 casos confirmados da doença até o momento, dos quais 1.237 são autóctones, ou seja, o contágio ocorreu dentro do Estado.
Os demais casos são de pessoas residentes no RS que foram infectados em viagem a outro local. Em 2025, foram mais de 52 mil casos confirmados. Ao todo, em 2025, foram registrados 53 óbitos em virtude da dengue.
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Como prevenir
A prevenção é uma das principais medidas contra a dengue. Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, é necessária a limpeza e a revisão das áreas internas e externas de casas e apartamentos para eliminar objetos com água parada.
Isso impede o nascimento do mosquito, cortando seu ciclo de vida ainda na fase aquática.
O uso de repelente também ajuda na proteção individual.
A vacinação, que é recomendada para população elegível de crianças e adolescentes entre dez e 14 anos e profissionais de saúde que atuam na atenção primária.
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