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PROTEÇÃO CONTRA AS CHEIAS

Assinada ordem de serviço para operação das casas de bombas em Canoas

O contrato tem duração de 12 meses, podendo ser renovado, com valor de R$ 4 milhões ao ano

Publicado em: 18/05/2026 às 15h:31
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Nesta segunda-feira (18), foi assinada a ordem de serviço para operação das casas de bombas de Canoas. O serviço estava sem uma empresa responsável desde o dia 19 de abril, quando foi encerrado o contrato com o Consórcio Operador Canoas.

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Assinada ordem de serviço para operação das casas de bombas em Canoas

Foto: Vinícius Medeiros/PMC

O ato ocorreu na Casa de Bombas 7, no bairro Mathias Velho. A operação será executada pela empresa Elmo Eletro Montagem, responsável pelos serviços de monitoramento e funcionamento das estruturas. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Obras e Reconstrução, com apoio da Defesa Civil e equipes técnicas do município.

O trabalho consiste no monitoramento e na conservação das oito casas de bombas de Canoas, 24 horas por dia em todos os dias da semana. O contrato tem duração de 12 meses, podendo ser renovado, com valor de R$ 4 milhões ao ano. 

O prefeito de Canoas, Airton Souza, destacou a importância da nova etapa para a proteção da cidade e a segurança da população.

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“Tivemos um período de transição após o encerramento do contrato anterior e contamos com o trabalho dos nossos servidores municipais, que tiveram papel fundamental nesse processo. Essa experiência também trouxe aprendizados importantes para a gestão e agora iniciamos uma nova etapa com a empresa responsável pela operação”, afirmou.

O secretário municipal de Obras e Reconstrução, Guido Bamberg, ressaltou o trabalho realizado durante a transição contratual e a atuação das equipes do município.

“Foi importante passar por esse processo de transição mantendo o funcionamento das estruturas. Nossas equipes seguem preparadas para atuar sempre que houver necessidade, trabalhando de forma integrada para garantir a operação das casas de bombas”, comentou.

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Já o secretário da Defesa Civil e Resiliência Climática, Vanderlei Marcos, destacou a integração entre os órgãos envolvidos na operação.

“Esse trabalho representa a consolidação de uma atuação baseada em união, parceria e integração entre as equipes do município. A operação das casas de bombas é essencial para a proteção da cidade e para a resposta em períodos de chuva intensa”, disse.

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Licitação teve entrave

Aberta ainda no dia 10 de abril, a previsão era que a licitação se desenrolasse o mais breve possível. Já no dia 15, uma empresa estava classificada com a melhor proposta, a Aquaflux Soluções Hidráulicas. No entanto, a licitante foi desclassificada por descumprir exigências do contrato.

Nesse período, a Elmo Eletro Montagens, que estava inabilitada também por descumprir o que era solicitado, conseguiu dar explicações sobre a sua documentação e reverter a situação. Assim, a empresa foi classificada somente no início de maio.

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O edital para a contratação foi aberto dias antes do fim do contrato com o Consórcio Operador Canoas, até então responsável pelas oito casas de bombas da cidade. O encerramento aconteceu no dia 19 de abril.

O que são as casas de bombas

Com o nome técnico de Estações de Bombeamento de Águas Pluviais (Ebaps), as casas de bombas servem para bombear a água de um local ao outro. A estrutura abriga as próprias bombas e outros equipamentos necessários para fazer esse deslocamento da água.

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Esse serviço evita alagamentos na cidade. Por isso, as casas integram o sistema de proteção contra cheias junto com os canais de macrodrenagem e os diques. “Em dias de muita chuva, a água é puxada pela força das bombas para o lado externo dos diques”, explica a Prefeitura.

Em Canoas, oito espaços funcionam 24 horas por dia, todos os dias da semana. As casas estão espalhadas por diversos bairros da cidade: 1 e 2 no Niterói; 3 no Rio Branco; 4 no Fátima, Cinco Colônias no Harmonia; 6, 7 e 8 no Mathias Velho.

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