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Início das obras da Emei Ledevino Piccinini segue sem data em Canoas

Solenidade de assinatura estava prevista para acontecer na Semana de Canoas, mas foi cancelada e não remarcada

Publicado em: 08/07/2026 às 15h:42 Última atualização: 08/07/2026 às 15h:42
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A promessa era dia 22 de junho, mas não aconteceu. A assinatura da ordem de início das obras da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Ledevino Piccinini, no Fátima, segue sem data definida pela Prefeitura de Canoas.

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Emei Ledevino Piccinini está fechada desde a enchente | abc+



Emei Ledevino Piccinini está fechada desde a enchente

Foto: Paulo Pires/GES

No mês passado, a Administração municipal informou que o documento seria assinado como parte da programação da Semana de Canoas – momento em que se celebra o aniversário da cidade. No entanto, a solenidade não ocorreu em função da chuva.

Mas uma nova data não foi marcada. Extraoficialmente, ainda não há um prazo definido para a assinatura da ordem de início do serviço de reforma da escola de educação infantil.

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Na espera

Quase um ano atrás, a Prefeitura de Canoas publicou o edital para contratar a empresa responsável pela reforma. A vencedora, a Servsteel Construções Especializadas, foi homologada em abril e assinou o contrato em no meio de junho.

O serviço prevê novas vistorias, testes na infraestrutura da escola, limpeza e remoção de materiais e equipamentos que não podem ser aproveitados. A ação ainda conta com a elaboração de projeto executivo de revitalização.

O investimento é de R$ 2,09 milhões e o tempo de execução está estimado em cinco meses. Esse prazo pode ser prorrogado, de acordo com o contrato.

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Dois anos fechada

Localizada na Rua Joaquim Caetano, no bairro Fátima, a Emei Ledevino Piccinini foi amplamente impactada pela enchente de 2024. O nível da água passou dos dois metros e danificou a estrutura e os materiais da escola.

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Diante disso, a Prefeitura constatou que seria necessária uma profunda intervenção para que a escola voltasse a funcionar. Até uma reforma foi feita e a escola foi simbolicamente entregue no final de dezembro de 2024, mas não foi o suficiente.

“O surgimento de mofo e bolor, afetou as propriedades térmicas e acústicas dos painéis. Os revestimentos das paredes, portas de madeira e o forro em placas Wall System, materiais porosos, foram igualmente atingidos, apresentando mofo e bolor, ficando degradados pela água contaminada e a umidade do ar. Todos estes elementos deverão ser substituídos”, destaca o Estudo Técnico Preliminar da escola.

Desde então, a instituição está fechada. Os alunos, professores e equipe diretiva foram transferidos para outras escolas. No local, apenas o segurança permanece.

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