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POLÍCIA

Médico é preso por estupro de adolescente em Canoas

Crime ocorreu em novembro de 2025 durante uma consulta em um hospital da cidade

Publicado em: 06/02/2026 às 16h:57 Última atualização: 06/02/2026 às 17h:12
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Um médico de 73 anos foi preso preventivamente na tarde desta sexta-feira (6) por estuprar uma adolescente de 12 anos durante uma consulta. O crime teria ocorrido em novembro de 2025 em Canoas. A prisão foi feita em Campo Bom pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas.

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Médico é preso por estupro de adolescente em Canoas

Foto: Divulgação/Polícia Civil

De acordo com as investigações, a vítima buscou atendimento após sofrer um corte no braço e foi levada ao hospital pela mãe. Na consulta, o médico se apresentou como cirurgião plástico e disse que faria o atendimento. O nome do hospital não foi divulgado.

“Informações dão conta de que o investigação, médico, aparentava estar alcoolizado, com odor e hálito etílico. Durante o atendimento, o suspeito, por inúmeras vezes, fazia comentários inadequados direcionados ao aspecto físico da vítima e passava suas mãos de modo inapropriado nas pernas da adolescente, apesar não haver ferimentos”, relata a Polícia Civil. 

O caso é investigado como estupro de vulnerável já que a adolescente é menor de 14 anos. De acordo com a Polícia Civil, o homem tem antecedentes criminais. “O indivíduo possui registros anteriores por crimes de natureza sexual, já tendo sido preso em 2021”, informa.

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Preventiva

A prisão desta sexta-feira aconteceu no bairro V, em Campo Bom, quando o médico estava se deslocava para o seu consultório para realizar uma cirurgia. “A preventiva foi decretada com fundamento na garantia da ordem pública, bem como na necessidade de resguardar a integridade de possíveis vítimas e assegurar o andamento das investigações”, destaca a delegacia. 

Ainda de acordo com a DPCA, o profissional está a credencial parcialmente suspensa no Conselho Federal de Medicina desde a data do crime. Além disso, tem restrições profissionais em razão de outros processos. 

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“Serão comunicados os órgãos responsáveis acerca da atuação do investigado em procedimento médicos durante o período de suspensão de seu registro profissional”, afirma o delegado Maurício Barison. As investigações seguem em andamento.

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