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Inclusão financeira

Sábado teve oficina sobre o Pix para os refugiados venezuelanos que vivem em Canoas

Encontro educativo ocorreu na sede da Associação dos Migrantes e Refugiados do Mato Grande

Publicado em: 18/07/2026 às 12h:40 Última atualização: 18/07/2026 às 12h:41
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A dificuldade na hora de reunir a documentação para abrir uma conta no banco; a burocracia para se tornar um Microempreendedor Individual (MEI); as lições para não cair no golpe na hora de passar um Pix.

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Os assuntos acima foram tópicos de uma oficina de inclusão financeira, organizada na manhã deste sábado (18), na sede da Associação dos Migrantes e Refugiados do Mato Grande (AVMG).

Venezuelanos reuniram-se na manhã deste sábado (18) para oficina em Canoas | abc+



Venezuelanos reuniram-se na manhã deste sábado (18) para oficina em Canoas

Foto: LEANDRO DOMINGOS/GES-ESPECIAL

A oficina surgiu de uma parceria da Associação com o Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados do Brasil e da Agência da ONU para Refugiados, responsável pelo diálogo constante mantido com os venezuelanos que vivem em Canoas.

Presidente da Associação do Mato Grande, Gabriel Lizarraga explicou que as barreiras são enormes para os venezuelanos quando o assunto é financeiro. Isso porque muito do que se aplica no Brasil não existia na Venezuela.

“Além da burocracia, que aqui no Brasil é muito maior do que lá na Venezuela, há muitos golpes digitais, o que torna muito necessária a orientação para cada um”, explica. “Se o brasileiro, que conhece o sistema, acaba enganado, imagine o venezuelano que chegou ao país”, argumenta.

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Ednea Paim conta que Canoas segue recebendo mantimentos que serão encaminhados aos venezuelanos vítimas da tragédia | abc+



Ednea Paim conta que Canoas segue recebendo mantimentos que serão encaminhados aos venezuelanos vítimas da tragédia

Foto: LEANDRO DOMINGOS/GES-ESPECIAL

Auxílio

E, quando o assunto é Venezuela, impossível não lembrar da recente onda de terremotos que atingiu o país vizinho, matando mais de 5 mil pessoas, conforme a última atualização do governo venezuelano.

Referência quando o assunto é migração em Canoas, Ednea Paim aponta que toneladas de mantimentos já deixaram a cidade com destino à Venezuela para serem entregues à população.

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“Reforçamos o diálogo com eles e concentramos o auxílio que vem de diferentes partes do Estado”, esclarece. “Três caminhões carregados com toneladas de mantimentos já deixaram a cidade.”

Canoas segue como um importante ponto de concentração no RS para quem quiser ajudar os venezuelanos que permanecem impactados pela tragédia. As doações são concentradas na Avenida Guilherme Schell, 6922, no bairro Mathias Velho.

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