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Instituição de Longa Permanência para Idosos pública está entre os desejos da comunidade em Novo Hamburgo

Ideia surgiu na sétima edição da Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa

Instituição de Longa Permanência para Idosos pública está entre os desejos da comunidade em Novo Hamburgo
Publicado em: 13/06/2025 às 21h:53 Última atualização: 13/06/2025 às 21h:53
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Mais de 200 pessoas participaram da sétima edição da Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Novo Hamburgo. O evento ocorreu entre a manhã e tarde desta sexta-feira (13) na Universidade Feevale. 

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Conferência do Idoso na Feevale  | abc+



Conferência do Idoso na Feevale

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial

Conforme a presidente do Conselho Municipal dos Direitos e Cidadania da Pessoa Idosa (CMDCI), Leny Camargo Fisch, o principal objetivo foi discutir as prioridades que serão levadas pela comunidade de Novo Hamburgo para a conferência estadual, que terá sua data revelada na próxima semana. “Começamos com uma apresentação cultural e na sequência houve uma palestra. Depois nos reunimos para definir as nossas principais necessidades”, explica.

A palestra, comandada pelo Doutor Roberto Seitenfus, abriu o caminho para a concepção de ideias divididas em cinco eixos (veja abaixo). Um dos desejos é que Novo Hamburgo receba uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) pública. “Atualmente é necessário comprar vagas, o que onera os cofres públicos”, diz Leny. Conforme a presidente, há o interesse do CMDCI. “Interesse nós temos. Vai dar mais segurança para a pessoa idosa e reduzir custos para o Executivo.”

Essas vagas seriam preenchidas por idosos que não tem suporte familiar. “Precisamos de mais direitos e mais verba para assegurar a efetividade dos cuidados.” Outra questão apontada pela presidente está relacionada a saúde. “O déficit é muito grande. Por exemplo, no pilates, faltam equipamentos. Os alunos precisam levar elástico, bola.”

Participação positiva

Vice-presidente do CMDCI, Loreni Maria Rosa Pereira, participa do grupo há 6 anos e ficou satisfeita com a participação da comunidade no evento desta sexta-feira. “Foi muito positiva, não esperava o público que teve, foram 219 inscrições.”

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Ainda assim, afirma que há necessidade de uma presença maior. “Precisamos melhorar a divulgação, tentar fazer com que as pessoas encontrem uma motivação para participar.”

Um dos fatores da possível falta de motivação é a demora em colocar as ações em prática. “Formulamos lei, demandas, mas ao ir para o papel o poder público demora muito para colocá-las em prática”, completa.

Confira os 5 eixos discutidos:

  • Financiamento para ampliação e garantia dos direitos sociais
  • Fortalecimento de políticas para proteção a vida, saúde e acesso ao cuidado integral da pessoa idosa
  • Proteção e enfrentamento contra quaisquer formas de violência, abandono social e familiar da pessoa idosa
  • Participação social, protagonismo na perspectiva das múltiplas velhices
  • Consolidação e fortalecimento da atuação dos conselhos do direito da pessoa idosa na política do estado brasileiro
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