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Pavimentação

Novo Hamburgo adota estratégias diferentes para recuperar ruas conforme nível de desgaste

Município alterna entre tapa-buracos e remoção total do asfalto em trechos considerados críticos

Dário Gonçalves
Publicado em: 10/02/2026 às 16h:05 Última atualização: 10/02/2026 às 16h:06
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A recuperação da malha viária de Novo Hamburgo tem seguido estratégias distintas conforme o nível de desgaste do pavimento. Enquanto em pontos isolados a intervenção ocorre por meio de tapa-buracos, em trechos mais críticos a Prefeitura tem optado pela remoção total da camada asfáltica antes da aplicação de uma nova pavimentação, técnica considerada mais durável.

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Em trechos críticos, o asfalto antigo é completamente removido para dar lugar ao novo | abc+



Em trechos críticos, o asfalto antigo é completamente removido para dar lugar ao novo

Foto: Ramon Belmonte/PMNH

O método mais completo, conhecido como fresagem, vem sendo aplicado em vias de maior circulação e em locais onde há concentração de rupturas, panelas e rachaduras. Entre os pontos que receberam esse tipo de intervenção estão trechos da Avenida Pedro Adams Filho — com três frentes executadas —, a Rua João Aloysio Algayer, em Lomba Grande, além de dois pontos da Rua Guia Lopes. Também foram realizadas melhorias na rótula da Rua Boa Saúde com a Rua Rincão, em um trecho da Rua Boleslau Casemiro Konarzewski e outro da Rua Bartolomeu de Gusmão.

De acordo com o engenheiro civil do Município, Daniel Schommer, a fresagem consiste na retirada da camada asfáltica deteriorada para posterior recomposição com nova massa, aplicada com vibroacabadora. “Quando o trecho já está muito degradado, é necessário remover essa faixa e executar uma nova, de forma mais controlada e com melhor acabamento”, explica. Segundo ele, o procedimento aumenta a durabilidade da recuperação.



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Já em locais onde o problema é menor, as equipes realizam o tradicional tapa-buracos, técnica indicada para falhas isoladas no pavimento. Conforme a Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (SMOPI), o critério para definir o tipo de reparo leva em consideração o volume de tráfego, a extensão do dano e o estado estrutural da via.



Nas últimas semanas, além da Pedro Adams, também receberam intervenções a Rua Guia Lopes, entre os bairros Rondônia e Santo Afonso, e a Rua João Aloysio Algayer, em Lomba Grande — esta última após ter sido alvo de reclamações de moradores sobre a recorrência de buracos e deterioração acelerada do asfalto. Outras vias incluídas no cronograma recente foram as ruas Bartolomeu de Gusmão e Alvorada, no bairro Canudos; a Rua Engenheiro Jorge Schury, no São José; e o entroncamento entre a Rua Rincão e a Estrada Presidente Lucena.

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Segundo o secretário de Obras Públicas e Infraestrutura, Eroni Nunes, o município mantém monitoramento constante das condições das vias para priorizar os pontos considerados mais críticos de trafegabilidade.

Recursos

O prefeito Gustavo Finck afirma que novos investimentos em mobilidade e pavimentação estão previstos ao longo do ano, além da articulação com o governo do Estado, por meio da Secretaria da Reconstrução Gaúcha e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedur) para viabilizar obras de maior porte. Segundo a Prefeitura, em menos de 20 dias foram recuperados cerca de 3,3 mil metros quadrados de pavimentação, mesmo com dias de chuva que interromperam os trabalhos. O investimento total da primeira etapa da recuperação asfáltica em 2026 é de R$ 2,5 milhões.

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Ainda estão previstas ações em trechos das ruas Tropicana e Boa Saúde, na própria Avenida Pedro Adams Filho, na Avenida 7 de Setembro e na Estrada da Integração Leopoldo Petry.

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