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Música

Lorde Music Festival amplia estrutura e aposta na nostalgia para consolidar segunda edição em Novo Hamburgo

Evento ocorre em maio, na Fenac, com CPM 22, Vitor Kley, Reação em Cadeia, entre outras atrações

Dário Gonçalves
Publicado em: 30/04/2026 às 18h:03 Última atualização: 30/04/2026 às 18h:25
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A cena de grandes festivais volta a ganhar força em Novo Hamburgo com a segunda edição do O Lorde Music Festival, que busca se firmar como um dos principais eventos musicais do Vale do Sinos. Marcado para o dia 16 de maio, na Fenac, o encontro reúne nomes conhecidos do pop rock, rock e reggae nacional, apostando em estrutura ampliada e na conexão afetiva com o público.

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Presente na primeira edição, Reação em Cadeia será a headliner deste ano | abc+



Presente na primeira edição, Reação em Cadeia será a headliner deste ano

Foto: Dário Gonçalves

Para os organizadores, o festival já nasce com status de continuidade. “Estamos indo para a segunda edição, o festival já se consolidou. Para nós é uma alegria poder trazer isso para Novo Hamburgo e para a região. Há muitos anos que festivais não aconteciam por aqui”, afirma Vinicius Hoffmann. Segundo ele, o trabalho é diário para qualificar a experiência. “É uma satisfação poder deixar isso, talvez, como um legado. Trabalhamos bastante para melhorar o que foi feito no ano passado.”

A proposta do evento também passa por um resgate emocional. “A ideia surgiu para resgatar aquela nostalgia boa. As bandas que a gente ouvia na adolescência”, explica Diego Corrêa. Ele destaca que a curadoria segue um critério pessoal e autêntico. “Tudo o que temos no Lorde é o que nós consumimos. A gente procura o que faz sentido para nós e nos deixa felizes. E o público vê isso.”

Line-up e identidade

A programação da segunda edição reúne seis atrações: Maria do Relento, Acústicos & Valvulados, Vitor Kley, Maneva, Reação em Cadeia e CPM 22.

A escolha reforça o perfil do festival, voltado a artistas que marcaram gerações. “Quem está na casa dos 40 anos e teve banda, provavelmente tocou cover do CPM. Para nós, trazer eles foi a realização de um sonho”, comenta Corrêa. “A gente está lá, cantando junto. Vai pelo que a gente vê como verdade.”

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A presença do CPM 22, inclusive, atende a uma demanda do público. “Em dezembro trouxemos o CPM 22 para o Lorde e os ingressos se esgotaram muito rápido, então era uma atração que tinha que estar no festival”, explica Carol Maldaner.

Estrutura ampliada

Realizado novamente na Fenac, o evento ocupará cerca de 10 mil metros quadrados, distribuídos entre os pavilhões 1, 2 e 3. O espaço será coberto e climatizado, garantindo a realização independentemente das condições climáticas.

Entre os diferenciais técnicos, estão melhorias na qualidade sonora. “O local tem tratamento acústico e teremos torres de delay, que distribuem o som igualmente até para quem está no fundo”, detalha Corrêa.

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Além disso, a organização promete avanços na experiência do público, com mais banheiros, área gastronômica reforçada, loja oficial com produtos do festival e até espaços pensados para conforto. “Vai ter um salão para as gurias retocarem maquiagem e cabelo, para se arrumarem melhor e até desafogar os banheiros”, destaca Carol.

Crescimento e projeção

O festival também surge como alternativa para ampliar o porte dos shows realizados pela casa noturna O Lorde, que completa dez anos. “O festival serve para trazer atrações maiores, que o espaço do bar não comportaria, tanto pelo tamanho quanto pelos custos”, explica Hoffmann.

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“Para esta edição, aumentamos a capacidade para 6 mil pessoas, e os ingressos estão indo para a reta final”, aponta Corrêa.

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