Cusco, termo tradicional no Rio Grande do Sul para se referir a cães, tornou-se ainda mais conhecido por alunos da região. Isto porque o projeto Estância da Arte está levando oficinas de arte-educação para escolas de Novo Hamburgo e de outras cidades. Na quarta-feira (17), foi a vez da Escola Estadual de Ensino Fundametnal (EEEF) Otávio Rosa, no Pátria Nova. A atividade ocorre em Canoas na semana que vem.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial
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Segundo o assistente da produtora Simples Assim, Tristan Jardim, o projeto é uma exposição cultural tradicionalista na Expointer, que após a finalização do evento passa a ter ações de ampliação de acesso com oficinas de artes e poesias. “Na maior parte das vezes estas turmas não conseguem ir até a Expointer, então a gente traz a exposição até eles”, explica.
A artista plástica e arte-educadora Klau Brentano contextualiza sobre a cultura gaúcha, e apresenta artes tradicionalistas através de um catálogo produzido com as obras expostas na Expointer.
Além da temática que muda a cada ano, os materiais utilizados pelos alunos também. A técnica nesta edição foi desenho sobre papel com o uso de giz pastel oleoso e giz pastel seco, e os desenhos ficam expostos na escola e depois retornam para o aluno. “Como arte-educadora foco que as obras dos alunos não têm que estar nos cadernos, mas sim expostas”, diz Klau.
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O aluno do 6º ano Frederico Zott Kautzmann, 11, conta que há pouco tempo tinha escutado o termo em uma conversa com a mãe, e pode dividir o conhecimento em sala de aula. O momento prático de desenhar foi um dos favoritos do menino. “Tu pode fazer degradê, listras e quadrados. Foi um dos mais bonitos que eu já fiz.”