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EDUCAÇÃO

Em assembleia geral, Ceprol decide seguir com negociações com a prefeitura

Contra-proposta aprovada no encontro é de 10% em uma única parcela na data-base

Publicado em: 28/04/2026 às 20h:57 Última atualização: 28/04/2026 às 20h:57
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O Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses (Ceprol) realizou, na segunda-feira (27) uma assembleia geral para definir as lutas da Campanha Salarial 2026. O encontro foi realizado no Auditório do Colégio São Luís e contou com ampla participação dos professores municipais de São Leopoldo. Na ocasião, a categoria votou para seguir com as negociações com a Prefeitura e lutar por um reajuste maior.

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Em Assembleia Geral Ceprol decide seguir com as negociações com a prefeitura



Em Assembleia Geral Ceprol decide seguir com as negociações com a prefeitura

Foto: Ceprol/Divulgação

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A contra-proposta aprovada na assembleia é de 10% em uma única parcela na data-base. Além disso, permanece na pauta o mesmo índice de 10 % de reajuste no Programa de Alimentação e o Plano de Saúde acessível com contrapartida da Prefeitura.

A assembleia discutiu a pauta específica e geral, sendo que a proposta do governo municipal de reajuste de 3,77% parcelado, 0% no programa de alimentação e ausência de proposta de plano de saúde, foi rejeitada pela Comissão de Negociação na mesa realizada na última sexta-feira (24).

O documento com a decisão da assembleia foi entregue à Secretaria de Educação (Smed) e Prefeitura na manhã desta terça-feira (28).

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Nova reunião

O Ceprol solicitou nova reunião de negociação para o dia 4 de maio, na qual o governo municipal deve apresentar nova proposta. Dessa forma, a categoria  fez uma vigília na frente da Prefeitura durante a mesa de negociação para pressionar o Executivo, além de campanha nas redes sociais, carro de som, panfletagem e mobilização nas escolas.

Ainda no dia 4 de maio, será realizada uma nova assembleia geral. O horário e local ainda serão definidos.

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Afronta

De acordo com a presidente do Ceprol Cristiane Mainardi, as professoras interpretaram a proposta da Prefeitura como “uma afronta, muito abaixo das necessidades da categoria, beirando o desrespeito”.  “O parcelamento do menor índice de inflação traz uma perda irreparável nos salários que já estão defasados e não atende a valorização profissional, sendo rejeitada veementemente pelo plenário.”

Cristiane explicou que o sindicato construiu uma pauta de reivindicações coletivamente e sempre com muito cuidado com as contas do município, sendo subsidiado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Sabemos que há recurso para avançar no reajuste, mas parece que a educação não é prioridade para o governo Heliomar. Somos trabalhadoras da linha de frente da educação, na maioria das vezes dando conta da falta de condições de trabalho, da inclusão sem suporte e ainda sofrendo violências físicas, verbais e psicológicas. Exigimos respeito e valorização. Vamos à luta com diversas mobilizações pela cidade.”

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Conforme a presidente, se a proposta não melhorar a educação vai parar.

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