Em assembleia, na noite desta segunda-feira (13), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São Leopoldo, no bairro Santos Dumont, a categoria votou pela continuidade da greve do transporte público leopoldense.
“Assim como nós estamos em uma situação difícil, as empresas também estão, porque estão sendo cobradas pela Prefeitura e pelos passageiros”, ressaltou o presidente do Sindicato durante a assembleia, Wilson Caetano.
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Foto: Isabella Belli/Especial
Por determinação judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), 50% da frota do transporte coletivo de São Leopoldo deve operar a partir desta terça-feira (14) nos horários de pico, ou seja, das 6h às 9h e das 16h30 às 19h30. A ordem foi emitida pelo desembargador Cláudio Antônio Cassou Barbosa.
Conforme os rodoviários, a decisão da Justiça será cumprida, mas quem for trabalhar no horário de pico não irá bater o cartão. As escalas serão organizadas nesta terça-feira (14), na garagem de cada empresa, pelos fiscais.
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A categoria reivindica recomposição integral da inflação do período, equivalente a 4,42%, além de ganho real de 10%, reajuste de 20% no vale-alimentação, pagamento do benefício durante as férias e descongelamento do quinquênio.
As empresas estão propondo reajuste de 2% nos salários e no vale-alimentação a partir de junho, complementação do vale-alimentação para 4,5% em agosto e complementação do reajuste salarial para 4,5% em novembro.
O sindicato dos trabalhadores reiterou que a proposta não atende às reivindicações da categoria.
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