
Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
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São mais de 30 speakers com diferentes temas em 3 palcos simultâneos: Conexões, Negócios e Casa CDL. No palco Negócios um dos destaques do evento foi a palestra com Santiago Uribe, o antropólogo que também se define como “urbanauta”.
“Sou um urbanauta porque aprendo sobre a cidade percorrendo as ruas, falando com as pessoas, escutando as pessoas. Olho as ruas, as estradas e vou escutando as percepções, como as pessoas enxergam a cidade, suas percepções”, conta.
Uribe destacou a cidade de Medelín, na Colômbia, que já foi conhecida pelo narcotráfico, sendo por anos uma das mais violentas do mundo. Ele é, inclusive, guia de missões brasileiras ao município colombiano.
“Como mudamos a realidade da cidade? Entendendo que a violência viaja pela cultura e não pela estrada. Nós entendemos que as cidades não são mapas, não são imagens limpas e bonitas. As cidades são pessoas. E trabalhamos todo o tempo para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Trabalhamos para que todos tivessem condições, que tivessem projeto de vida”, afirma.
O urbanauta também lembra que a inovação está diretamente ligada aos moradores das cidades. “A inovação não é a startup, a tecnologia, é o empreendedorismo. São pessoas inteligentes que mexem com objetos que se tornam tecnologias, gerando significado que se tornam territórios, ações e projetos e aí se cria uma narrativa. Não existe cidade inovadora, mas cidadania inovadora.”
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O poder do marketing

Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
No palco Conexões, Marcelo Fogaça abordou o marketing e a influência nos resultados de marcas. O case citado pelo palestrante foi a Baly, com sede em Tubarão (SC), e que faturou R$ 1 bilhão em 2024.
“Qual foi nosso diferencial? Nós não copiamos a concorrência e nem miramos em pequenos, miramos nos grandes players como Red Bull e Monster. E tudo de forma original. Acessamos territórios em que estas marcas não iam como eventos empresariais e festivais. E é importante lembrar que marketing sem intenção não gera faturamento”, diz Fogaça.