A Caminhada pela Inclusão foi realizada na sexta-feira (29) em Novo Hamburgo, em alusão à Semana da Pessoa com Deficiência. Organizada pelo Conselho Municipal dos Direitos e Cidadania da Pessoa com Deficiência (CMPCD), junto com entidades que promovem a inclusão, a caminhada surgiu para dar visibilidade ao movimento.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial
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Mãe de uma aluna da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Alessandra Betefi, 60 anos, acredita que o fato de tantas instituições e pessoas terem se unido na caminhada colabora para a comunidade ter uma compreensão melhor sobre a causa. “Já tem mudanças, a sociedade já está incluindo mais, mas se cada um fizer a sua parte, nós já estamos muito bem.”
“É uma forma de trazer mais visibilidade para o movimento e para que as pessoas vejam que a sociedade é bastante diversa”, complementa José Roberto Peixoto Soares, 52, integrante da Associação de Familiares e Amigos do Down (Afad-21).
Empresas da região também foram apoiar a causa. Segundo a líder de diversidade e inclusão da Pulse, Cristiane Lauer, o objetivo na participação foi protagonizar a inclusão da Pessoa com Deficiência (PcD). “A caminhada é importante para a pessoa com deficiência conhecer os espaços que ela possui e que ela pode ocupar”, diz.
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Integração
As dezenas de pessoas andaram com faixas em um trajeto simbólico no Centro de Novo Hamburgo até a Praça do Imigrante, onde aconteceram ações integrativas com o grupo, como apresentações do Programa Melhor Idade (PMI) e Dança Gaúcha Mulheres na Tradição, além de vacinação e verificação de pressão arterial pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), jogo de basquete inclusivo, entre outros.
Paratleta mostra que a paixão pelo atletismo não encontra limites
A Semana da Pessoa com Deficiência em Sapiranga terminou na última sexta-feira (29), com uma atividade na Escola 1º de Maio. Aluno do 9º ano, o paratleta Erick Henrique da Rosa da Silva, 16 anos, contou sua trajetória no esporte.
Sob o olhar das crianças, ele falou sobre a paixão do atletismo, que despertou quando tinha 8 anos. O velocista, que representou a cidade em provas de saltos em distância e em altura, além de revezamento, está entre os 26 alunos da escola do bairro São Luiz com algum tipo de deficiência. Erick, com deficiência intelectual, tem 68 medalhas conquistadas em provas de atletismo.
*Colaborou: Susi Mello