Cobras, aranhas, tubarões… geralmente, são eles que compõem a lista de animais que vêm à mente ao pensar no “mais mortal do mundo”. No entanto, o verdadeiro dono do título é menor do que um clipes de papel e pode entrar nas casas despercebido. Se trata do mosquito Anopheles stephensi.
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Foto: Freepik
A fêmea do mosquito Anopheles stephensi é responsável por transmitir a malária, uma doença infecciosa causada por um parasito do gênero Plasmodium, conforme o Ministério da Saúde.
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O animal entrou para o Guinness World Records em 2017, certificado como o mais mortal do mundo. A estimativa é que ele seja responsável pela morte de 725 mil a 1 milhão de mortes por ano em todo o globo.
No geral, os mosquitos já mataram mais de 50 mil bilhões de pessoas, enquanto leões causaram 500 mil mortes e tubarões ainda menos: 50 mil.
Esses mosquitos podem ser encontrados pelo mundo todo, mas geralmente ficam em locais com temperaturas sub e tropicais. Principalmente, em locais quentes, úmidos e com água parada.
No Brasil, os casos de malária estão concentrados na região amazônica e extra-amazônica. Os mosquitos Anopheles costumam estar mais presentes nos horários crepusculares: ao entardecer e anoitecer. No entanto, o Ministério da Saúde também explica que eles podem picar durante a noite.
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Quais os sintomas da malária
- Febre alta
- Calafrios
- Tremores
- Sudorese
- Dor de cabeça, que pode acontecer de maneira cíclica
- Náuseas e vômitos
- Cansaço
- Falta de apetite
Esses são os sintomas mais comuns da malária. Porém, caso a doença seja mais grave, outros podem se manifestar. São eles:
- Prostração
- Convulsões
- Alteração da consciência
- Dispneia ou hiperventilação
- Hipotensão arterial ou choque
- Hemorragias
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Prevenção
Apesar da doença possuir cura e tratamento eficazes, simples e gratuitos, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, ela pode evoluir para a forma grave caso não seja diagnosticada e tratada de maneira oportuna.
Por isso, é importante prevenir. O Ministério da Saúde explica algumas medidas, como o uso de:
- Mosquiteiros;
- Roupas que protejam braços e pernas;
- Telas em portas e janelas;
- Repelentes.
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