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Caso Luciani

Cachorrinha de mulher vítima de crime brutal é encontrada vagando desorientada pelas ruas de Florianópolis

Pet que pertencia a Luciani Aparecida Estivalet Freitas estava desaparecida desde o assassinato

Publicado em: 17/03/2026 às 12h:19 Última atualização: 17/03/2026 às 13h:30
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A cachorrinha Kiara, desaparecida desde o assassinato da tutora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, foi encontrada em Florianópolis nesta segunda-feira (16).

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Segundo as autoridades de Santa Catarina, Kiara vagava desnorteada pelas ruas do bairro Santinho, quando a Diretoria de Bem-Estar Animal de Florianópolis foi acionada para o resgate.

Kiara era protagonista em fotografias postadas pela corretora Luciani nas redes sociais  | abc+



Kiara era protagonista em fotografias postadas pela corretora Luciani nas redes sociais

Foto: REPRODUÇÃO

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Clara, a gata que pertencia a Luciani, também dada como desaparecida desde o crime, já havia sido resgatada durante o final de semana pela médica veterinária Katia Chubaci.

A gata branca, com um olho azul e outro verde, estava escondida em um depósito na pousada onde Luciani vivia na Praia dos Ingleses. Foi encaminhada para os cuidados necessários pela protetora.

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Segundo parentes e amigos, Clara e Kiara eram tratadas como filhas pela corretora de imóveis de 47 anos. Kiara chegou a ser deixada aos cuidados da “responsável” pela pousada, mas a mulher havia a abandonado antes de ser presa.

“Agora sim, mana. Kiara foi encontrada. Tuas filhas serão bem cuidadas por nós”, escreveu a irmã Ariana Estivalet ao comunicar que o animalzinho foi resgatado.

Segundo a família, ainda não há notícia sobre o sepultamento da gaúcha. O corpo da corretora permanece com o Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis e não há previsão sobre a liberação.

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Entenda o caso

O desaparecimento da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas chegou ao conhecimento da Polícia Civil no último dia 9, quando o irmão dela deu parte do caso.

A investigação conduzida pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas catarinense revelou uma trama violenta que terminou com a morte, entre os dias 4 e 5 de março, e o posterior esquartejamento da vítima no dia 7.

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Segundo a polícia, um casal, “vizinho de porta” da vítima, teria sido responsável pelo roubo seguido de morte (latrocínio). Ambos acabaram presos enquanto tentavam fugir no Rio Grande do Sul.

Um adolescente de 14 anos também estava envolvido e acabou igualmente na cadeia. A polícia chegou até ele por meio de compras efetuadas com o CPF e o cartão da corretora de imóveis.

Por fim, uma mulher apontada como “responsável” pela pousada onde Luciani estava hospedada terminou como cúmplice da morte, já que foi flagrada com objetos pessoais que pertenciam à vítima.

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Cadáver

A Polícia Civil confirmou na manhã da última sexta-feira ter encontrado o cadáver esquartejado de Luciani Aparecida Estivalet Freitas.

A corretora de imóveis teve parte do corpo desovada em um saco de plástico, achado na quarta-feira (11), no município de Major Gercino, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

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Dias antes, no dia 9, em um apartamento ainda na cidade de Major Gercino, os policiais já haviam encontrado um tronco feminino, que ainda não sabiam, mas suspeitavam, ser de Luciani.

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