O caso envolvendo a morte de Luciani Aparecida Estivalet Freitas chocou o Sul do Brasil na última sexta-feira (13), quando a Polícia Civil de Santa Catarina divulgou o resultado da apuração do assassinato.
Logo após a confirmação do enredo macabro envolvendo o roubo seguido de morte (latrocínio) da corretora de imóveis de 47 anos, houve mobilização em torno das duas “filhas” de Luciani.

Foto: REPRODUÇÃO
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Adotadas em Santa Catarina pela gaúcha, a cachorrinha Chiara e a gata Clara fugiram em meio à trama que culminou no roubo e consequente assassinato.
A boa notícia é que a mobilização resultou em ação. Clara já foi resgatada pela protetora de animais Katia Chubaci, que divulgou nas redes sociais que a gatinha passou dias escondida em um depósito na Praia dos Ingleses.
“Encontramos”, contou a médica. “Ela passou dias escondida em um depósito. Está um pouco assustada, mas está bem. Será entregue à família dela em breve”, relatou.
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Agora, a concentração é pela busca de Chiara, que durante a apuração acabou nas mãos da proprietária da pousada onde vivia Luciani, mas foi abandonada e escapou do local.
“Foi deixada com aquela mulher, que disse que cuidaria, mas ela só largou a cachorrinha. Porque a polícia descobriu que era bandida e estava envolvida no assassinato da Luciani”, salientou a veterinária.
Segundo a família, ainda não há notícia sobre o sepultamento da gaúcha, já que o corpo da corretora permanece com o Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis.

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Entenda o caso
O desaparecimento da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas chegou ao conhecimento da Polícia Civil no último dia 9, quando o irmão dela deu parte do caso.
A investigação conduzida pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas catarinense revelou uma trama violenta que terminou com a morte, entre os dias 4 e 5 de março, e o posterior esquartejamento da vítima no dia 7.
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Segundo a polícia, um casal, “vizinho de porta” da vítima, teria sido responsável pelo roubo seguido de morte (latrocínio). Ambos foram presos enquanto tentavam fugir para o Rio Grande do Sul.
Um adolescente de 14 anos também estava envolvido e acabou igualmente detido. A polícia chegou até ele por meio de compras efetuadas com o CPF e o cartão da corretora de imóveis.
Por fim, uma mulher apontada como “responsável” pela pousada onde Luciani estava hospedada terminou como cúmplice da morte, já que foi flagrada com objetos pessoais que pertenciam à vítima.
Cadáver
A Polícia Civil confirmou na manhã da última sexta-feira ter encontrado o cadáver esquartejado de Luciani Aparecida Estivalet Freitas.
A corretora de imóveis teve parte do corpo desovada em um saco de plástico, achado na quarta-feira (11), no município de Major Gercino, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.
Antes, no dia 9, em um apartamento ainda na cidade de Major Gercino, os policiais já haviam encontrado um tronco feminino, que ainda não sabiam, mas suspeitavam, ser de Luciani.