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Caso Luciani

Corpo de gaúcha ficou de 2 a 3 dias dentro de apartamento antes de ser esquartejado em SC; casal é preso no RS após fuga

Suspeitos acabaram capturados em Gravataí, na quinta-feira, dias após roubo seguido da morte da vítima de 47 anos

Publicado em: 13/03/2026 às 16h:58 Última atualização: 13/03/2026 às 17h:06
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Novos detalhes sobre o caso da gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foram revelados nesta sexta-feira (13). Segundo a Polícia Civil catarinense, a corretora de imóveis de 47 anos foi vítima de um latrocínio – roubo seguido de morte – em Santa Catarina, onde desapareceu no dia 4 de março.

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Na quinta (12), três pessoas foram presas: uma mulher, 46, encontrada em posse dos pertences da vítima; e um casal – preso por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Gravataí, após fuga do estado vizinho – apontado como responsável pela morte de Luciani.

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Luciani Aparecida Estivalet Freitas acabou encontrada morta em Santa Catarina | abc+



Luciani Aparecida Estivalet Freitas acabou encontrada morta em Santa Catarina

Foto: REPRODUÇÃO

Luciani ficou de dois a três dias morta dentro de apartamento

A investigação revelou que o casal era “vizinho de porta” de Luciani na kitnet onde a corretora morava na Praia dos Ingleses. Foi a partir disso que a identificaram como uma provável vítima.

O suspeito de 27 anos, que acabou preso, estava foragido de São Paulo por cometer um latrocínio em 2022, na cidade de Laranjal Paulista, quando o proprietário de uma padaria foi morto com um tiro na cabeça. A mulher dele, também presa, tem 30 anos.

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As autoridades acreditam que Luciani teria sido morta entre os dias 4 e 5 de março. Seu corpo, entretanto, permaneceu até a madrugada do dia 7 no apartamento dela, quando foi retirado, esquartejado e desovado em áreas próximas.

Os policiais chegaram ao casal por meio de um adolescente de 14 anos, que seria o responsável por uma série de compras se valendo do CPF e cartões de Luciani. O menor era irmão do mentor do assassinato, aponta a Polícia Civil.

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Duas malas achadas em pousada

Também apontada como beneficiária do crime, acabou presa na quinta-feira uma mulher de 46 anos. A suspeita se apresentou como “responsável” pelo residencial/pousada onde a vítima residia. Com a suspeita estavam duas malas que pertenciam à gaúcha.

A mulher, que estava associada ao casal, também se beneficiava das compras feitas em nome de Luciani. Pertences da corretora, como notebook e televisão, além de mercadorias compradas, escondidos em outro apartamento, que estava desocupado e trancado, e estava sob responsabilidade da suspeita.

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Cadáver

Também na manhã desta sexta-feira, as autoridades confirmaram que o cadáver esquartejado encontrado na quarta-feira (11) se trata de Luciani Aparecida Estivalet Freitas.

A corretora de imóveis teve parte do corpo desovada em um saco de plástico em Major Gercino, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

Na segunda (9), dois dias antes, foi encontrado um tronco feminino, com sinais de esquartejamento e desmembramento, na cidade. Segundo a Polícia, essa e outras partes do corpo foram levados até uma ponte na área rural e jogados em um rio, divididas em cinco pacotes diferentes, pelo casal de autores e o adolescente.

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Investigação continua

De acordo com a Polícia, a apuração prossegue no intuito de colher outros elementos sobre o caso. Buscas estão sendo realizadas para tentar localizar as outras partes do corpo de Luciani.

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