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ABC NAS RUAS

Dupla presa por matar morador de Novo Hamburgo dentro de casa tem pedido de liberdade negado

Decisão mais recente que manteve a prisão dos denunciados é do início de dezembro

Isaías Rheinheimer
Publicado em: 22/12/2025 às 15h:51 Última atualização: 22/12/2025 às 15h:51
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Dois homens denunciados pelo Ministério Público pelo homicídio de Renan Pedro Otfinoski, de 23 anos, seguem presos preventivamente após a Justiça negar, mais uma vez, pedidos de liberdade formulados pelas defesas.

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Homem foi encontrado morto em casa no início da tarde desta quarta-feira | abc+



Homem foi encontrado morto em casa no início da tarde desta quarta-feira

Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial

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A decisão mais recente que manteve a prisão dos denunciados é do dia 4 de dezembro, quando o juiz responsável pelo caso entendeu que permanecem íntegros os fundamentos que motivaram a decretação da prisão preventiva.

Desde a prisão dos acusados, um deles preso dia 1º de julho deste ano em Novo Hamburgo, e outro preso em setembro do ano passado, em Caçapava do Sul, cada uma das defesas já apresentou ao menos dois pedidos de relaxamento da custódia, todos indeferidos pelo Judiciário.

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O crime ocorreu no bairro Rincão, em Novo Hamburgo, onde a vítima foi encontrada morta dentro da própria residência. Otfinoski foi achado morto no início da tarde do dia 28 de agosto de 2024, dentro da casa onde morava sozinho, na Rua Edivino Becker. Vizinhos relataram ter ouvido tiros ainda durante a madrugada, pouco depois da meia-noite.

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Os dois homens foram denunciados pelo MPRS por homicídio qualificado. A denúncia foi aceita pela Justiça em 11 de agosto deste ano, cerca de um ano após o crime. A Delegacia de Homicídios (DPHPP) conseguiu imagens de câmeras de segurança que indicam a participação da dupla no homicídio, além de outros elementos reunidos ao longo da investigação, como provas documentais.

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Audiência marcada

Enquanto os réus seguem presos, o processo continua tramitando na 1ª Vara Criminal do Foro de Novo Hamburgo, que detém a competência para os crimes dolosos contra a vida. Na semana passada, o juiz Flávio Curvello Martins de Souza designou para o dia 12 de janeiro de 2026, às 16 horas, a audiência de instrução e julgamento.

Essa audiência é considerada o último ato processual antes da decisão que definirá se os denunciados serão levados a julgamento pelo Tribunal do Júri ou se outra medida será adotada pela Justiça.

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