Foi identificada como Leila Raquel Camargo Feltrin, de 24 anos, a jovem morta a facadas pelo companheiro Wesley Samuel Schilling, de 25, na manhã deste domingo (25) em Tramandaí.
O crime aconteceu na residência do casal, no bairro São Francisco II, onde também estavam as duas filhas da vítima, de 2 e 5 anos. As crianças dormiam no momento das agressões.
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De acordo com o delegado Alexandre Souza, da Delegacia de Tramandaí, a motivação do crime ainda será apurada. O autor alegou questões religiosas, relato considerado confuso pelo delegado.
Vizinhos informaram que o casal brigava com frequência e que a discussão deste domingo começou por volta das 4 horas, após retornarem de um evento religioso.
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Leila já havia acionado a Brigada Militar em outra ocasião, mas desistiu de registrar ocorrência contra o companheiro. Wesley tem antecedente policial por ameaça contra uma ex-companheira.
O casal havia se mudado para a casa há cerca de quatro meses, período em que estavam juntos. Ela era natural de Esteio e ele de Sapucaia do Sul.
O criminoso tentou fugir ao perceber a chegada da Brigada Militar, subindo pelo telhado da residência e passando por casas vizinhas, o que resultou em cortes e escoriações pelo corpo. Ele foi capturado pela BM logo em seguida.
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Feminicídio em Novo Hamburgo
Este é o terceiro caso de feminicídio na região de cobertura do ABCmais desde terça-feira, dia 20. Karizele de Oliveira Sena, a Kaka, 30 anos, foi morta a facadas pelo companheiro na madrugada de sábado (24) também na presença das filhas.
O homem apontado como autor do feminicídio, Kelvyn Luan Tavares Nunes, 31, se apresentou na Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo à noite.
Conforme o delegado Alexandre Quintão, da Delegacia da Mulher, que está à frente do caso, Nunes chegou sozinho à DPPA, sem estar acompanhado de um advogado. “Vamos interrogá-lo neste domingo (25)”, explica o delegado.
Feminicídio em Sapucaia do Sul
Mirella Santos da Silva, de 15 anos, teve o corpo encontrado com as mãos amarradas e marcas de facadas no banheiro da casa do namorado, em Sapucaia do Sul, na última terça-feira (20).
Eduardo Albernaz da Silva, de 25 anos, confessou o crime e foi preso em flagrante.
Em depoimento, alegou legítima defesa — mas a versão levanta questionamentos, já que Mirella estava imobilizada. Foi ele mesmo quem indicou onde a menina estava, após ligar para um familiar e relatar que havia “feito besteira”.