Desde matadores ligados a uma facção criminosa até operadores financeiros responsáveis pela lavagem de dinheiro do crime organizado são alvos da segunda fase da Operação Cerco Integrado, com ações simultâneas em cidades dos vales do Sinos e Caí, na fronteira e também em presídios do Estado.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio Grande do Sul (Ficco/RS) cumpre, na manhã desta terça-feira (12), 15 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva.

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
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Ao todo, aproximadamente 100 policiais das forças de segurança que integram a Ficco/RS, como Polícia Federal, Brigada Militar e Polícia Civil, participam da ofensiva contra investigados ligados ao crime organizado.
Entre as cidades que são alvo da operação estão Novo Hamburgo, Sapiranga, São Leopoldo e Nova Hartz, além de outros municípios da região.
Em Novo Hamburgo, a principal ação ocorre na Rua Morro Agudo, próximo da esquina com a Rua Encosta da Serra, no bairro Roselândia, onde equipes da Brigada Militar e a Polícia Federal cumprem mandado de prisão em uma residência. A mulher procurada não foi localizada no endereço e as buscas seguem. Ela é ligada ao núcleo responsável por matar adversários no mundo do crime.
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Outros dois mandados também são cumpridos em Novo Hamburgo, nas ruas Joaquim Gonçalves Ledo e Nápoles, no bairro Canudos.
Já em São Leopoldo, um dos alvos da operação fica na Rua Alfredo Schneider, no bairro Santo André.
Em Sapiranga, os agentes atuam em uma chácara localizada no interior do município.
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As investigações apuram a atuação de integrantes de facção criminosa envolvida com tráfico de drogas, associação criminosa, organização criminosa, lavagem de dinheiro, homicídios, tentativas de homicídio e extorsão.
A primeira fase da Operação Cerco Integrado foi realizada em março deste ano, quando outros investigados já haviam sido alvo de mandados judiciais expedidos pela Justiça. Segundo as forças de segurança, a nova ofensiva busca aprofundar as investigações e atingir a estrutura financeira e operacional do grupo criminoso.