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VÍDEO: Operação contra traficantes no Vale do Sinos prende 10 pessoas, apreende armas, drogas e todo o lucro da madrugada

Segundo a investigação, nove prisões são preventivas determinadas pela Justiça, e uma prisão foi em flagrante

Isaías Rheinheimer
Publicado em: 19/11/2025 às 09h:08 Última atualização: 19/11/2025 às 09h:17
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A operação da Polícia Civil realizada nesta quarta-feira (19) contra um grupo de traficantes que domina o tráfico de drogas nos bairros Pinheiro e Campestre, em São Leopoldo, com desdobramentos também no litoral norte e dentro de pelo menos quatro casas prisionais do Rio Grande do Sul, resultou, até o momento, na prisão de 10 pessoas.

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Segundo a investigação, nove prisões são preventivas determinadas pela Justiça, e uma prisão foi em flagrante, envolvendo criminosos ligados à mesma organização.

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Além das prisões, os agentes apreenderam três armas de fogo, aproximadamente 1 quilo de drogas, entre porções de maconha e cocaína, e R$ 26 mil em espécie. De acordo com o delegado Ayrton Figueiredo Martins Júnior, titular da Draco de São Leopoldo, o dinheiro representa todo o lucro do tráfico de drogas movimentado durante a madrugada desta quarta-feira.

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A ofensiva integra a Operação Minerador, que mira um grupo responsável pelo controle de pontos de venda de drogas em áreas estratégicas de São Leopoldo. No total, foram sendo cumpridos nove mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão em cidades como São Leopoldo, Novo Hamburgo, Esteio, Sapucaia do Sul, Porto Alegre, Canoas, Charqueadas, Montenegro e Palmares do Sul, além das ações nos presídios do Jacui, em Charqueadas, na Modulada de Montenegro e na Penitenciária de Canoas.

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Líder comandava esquema de dentro da prisão

Uma das particularidades reveladas pela investigação é o fato de que o principal gerente do tráfico nesses dois bairros continuava comandando toda a operação criminosa mesmo estando preso desde outubro do ano passado. Ele monitorava a movimentação das bocas de fumo por meio de câmeras instaladas nos pontos de venda, acessando as imagens em tempo real de dentro da cela.

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Pelas câmeras, acompanhava a chegada de usuários, o fluxo de clientes, possíveis ameaças e eventuais aproximações da polícia, repassando ordens a comparsas em liberdade.

Durante a investigação, os agentes ainda interceptaram mensagens e imagens enviadas diretamente do presídio, incluindo registros de porções de droga produzidas dentro da cela e trocas de instruções entre os traficantes, indícios que reforçaram os pedidos judiciais cumpridos nesta quarta-feira.

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Veja o vídeo

Drogas, armas e todo o lucro da venda de entorpecentes da madrugada são apreendidos em operação
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