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POLÍTICA

"Eu quero ajudar o Brasil a encontrar um caminho melhor", diz Eduardo Leite sobre futuro político

Em visita a Cambará do Sul, no final de semana, governador apontou possibilidades para as eleições do ano que vem

Mônica Pereira
Publicado em: 14/10/2025 às 16h:42 Última atualização: 14/10/2025 às 16h:53
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Pré-candidato declarado a presidente do Brasil, o governador Eduardo Leite (PSD) afirma que decidirá seu futuro político nos primeiros meses do ano que vem. Com as eleições de 2026 se aproximando, ele pondera que quer o País em um “caminho diferente na política”.

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Governador Eduardo Leite visitou os cânions em Cambará do Sul



Governador Eduardo Leite visitou os cânions em Cambará do Sul

Foto: Mauricio Tonetto/Secom/Divulgação

A declaração foi dada em um evento inédito de churrasco, realizado no cânion Itaimbezinho, em Cambará do Sul, no sábado (10).

“Eu quero ajudar o Brasil a encontrar um caminho melhor e isso eventualmente pode ser liderando um projeto ou pode ser ajudando de outras formas. Candidatura ao Senado é uma opção também, mas ainda não chegou o momento de tomar decisões”, alega.

Eduardo Leite cita que está à disposição para liderar o projeto nacional, mas que a definição não pode ser somente uma aspiração, mas fruto de um contexto político.

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“Eu defendo justamente que o Brasil possa ter um caminho menos polarizado. Polarização sempre vai ter, mas essa radicalização, esse enfrentamento, essa destruição não serve a nada nem a ninguém, menos ainda ao País. Então, eu defendo que a gente possa ter algum caminho alternativo”, prospecta.

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Em relação ao próximo governador, Leite comenta que “a preocupação é que o Estado não erre o passo nunca mais”. “O Estado já deu passos errados lá atrás, atrasou contas, não pagava salário de servidor. A gente conseguiu virar essa chave e o Estado hoje vive os melhores indicadores de segurança pública, está conseguindo investir, está conseguindo fazer coisas que antes não conseguia fazer”, afirma.

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“O governo do Estado passou a ser parceiro dos municípios e a gente não pode deixar de continuar nessa linha de ajudar os prefeitos a fazer o seu trabalho. Meu papel como governador é esse de ajudar que o Estado siga em frente. A decisão soberana é do povo gaúcho que vai decidir quem é o seu próximo governador”, argumenta.

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