Aos 101 anos, o nutricionista John Scharffenberg, mestre em saúde pública pela Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, compartilhou quais os sete passos para uma vida longa.
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Foto: Freepik
As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). E nada melhor para a longevidade do que evitar diretamente os fatores de risco: dietas inadequadas, sedentarismo, tabagismo e consumo de álcool.
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A partir disso, Scharffenberg estabeleceu sete passos para ter uma vida longa e saudável, conforme explica em uma palestra, compartilhada no YouTube, no canal Viva Longevity!.
Os 7 pontos chave para a longevidade
1. Não fume
Um dos pontos chave para a longevidade é não fumar, explica Scharffenberg. O uso do tabaco não aumenta apenas o risco de desenvolver câncer, como o de pulmão, mas também de aproximadamente 50 enfermidades, segundo o Ministério da Saúde.
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2. Não beba
Nada de apenas uma taça de vinho por dia. O nutricionista explica que qualquer quantidade de bebida alcoólica ingerida pode aumentar o risco de desenvolver diversas doenças.
Dentre elas, estão oito tipos de câncer, como de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, fígado, intestino (cólon e reto) e mama, explica o Ministério da Saúde. Inclusive, não há níveis seguros de ingestão.
3. Pratique exercício físico
Fazer exercícios físicos é extremamente importante. Inclusive, o nutricionista afirma que uma pessoa obesa que se exercita regularmente, vai viver mais do que uma pessoa com um peso considerado saudável que não faz atividades físicas.
O tempo certo
Saber o momento certo de se exercitar também é importante, conforme o nutricionista. A idade em que fazer atividades físicas é essencial, é dos 40 aos 70 anos. “É quando as pessoas conseguem mais dinheiro, relaxam, se exercitam menos e comem mais”, diz.
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4. Peso saudável
Fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer, segundo o Ministério da Saúde, o sobrepeso e a obesidade também podem ser obstáculos para a longevidade. Por isso, Scharffenberg afirma que manter um peso saudável é extremamente importante.
5. Consumir menos açúcar
Consumir açúcar demais pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, segundo Scharffenberg. Não apenas isso, como está relacionado a ganho de peso, obesidade, diabetes tipo 2 e cárie dentária, conforme o Ministério da Saúde.
Por isso, o nutricionista explica que é importante diminuir a quantidade de açúcar consumido por dia. E o mesmo vale para as gorduras saturadas.
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6. Menos gorduras saturadas
As gorduras saturadas estão presentes em alimentos de origem animal, como carnes, queijos, leite integral, entre outros. E o excesso dela pode aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares, entupimento das veias do coração, além da obesidade, explica o Ministério da Saúde.
Consumir com moderação tanto as gorduras saturadas quanto o sal é o recomendado pelo órgão do governo federal e jamais deixar de ingerir, já que são essenciais à vida.
O Ministério da Saúde afirma ainda que o excesso de gorduras saturadas está mais presente nos alimentos processados e ultraprocessados, como em salgadinhos industriais, batata frita compradas já prontas em pacotes, entre outros.
7. Dieta vegetariana
John Scharffenberg afirma ainda que, não apenas diminuir a quantidade de carne consumida é essencial, como tirar totalmente da dieta. “A dieta ideal é a vegetariana”, afirma Scharffenberg. “Todos deveriam saber disso.”
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Isso porque a carne vermelha pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Segundo o Ministério da Saúde, isso acontece se for consumida em excesso.
“O consumo não é proibido, desde que seja limitado, explica a pasta. O recomendado é consumir carne de 2 a 3 vezes por semana, no máximo. Se for consumida todos os dias, durante o almoço ou a janta, principalmente se vermelha ou gordurosa, pode fazer mal à saúde.